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terça-feira, janeiro 09, 2018

A Escolhida


A Escolhida
de J.R. Ward
 
Um amor escaldante, mas proibido, ameaça dividir a Irmandade da Adaga Negra nesta mais recente história da famosa série de J. R. Ward.


Xcor, líder do Bando de Bastardos, condenado por traição contra o Rei Cego, arrisca-se a enfrentar um interrogatório brutal e uma morte angustiante às mãos da Irmandade da Adaga Negra. Mas depois de uma vida marcada pela crueldade e pelos atos maléficos, ele aceita o destino que o mister de guerreiro lhe trouxe.
Lamenta apenas a perda da fêmea sagrada que nunca foi sua: a Escolhida Layla. Só Layla está na posse da verdade que poderá salvar a vida de Xcor. Mas a revelação do sacrifício e da ascendência oculta do macho irá expô-los a ambos e destruir tudo o que Layla mais estima – incluindo o papel de mãe dos seus gémeos adorados. Dividida entre o amor e a lealdade, ela terá de ganhar coragem para enfrentar a única família que tem para defender o único homem que alguma vez amará. Todavia, mesmo que Xcor consiga o perdão, ele e Layla terão de enfrentar um desafio ainda maior: ultrapassar o fosso que separa os seus mundos, sem com isso abrir caminho para um futuro com ainda mais guerra, sofrimento e morte. A par do regresso a Caldwell de um antigo inimigo e da revelação da identidade de uma nova deidade, nada é seguro ou garantido no mundo da Irmandade da Adaga Negra, nem sequer o verdadeiro amor... ou os destinos que pareciam há muito decididos.


23 de Janeiro 

sexta-feira, janeiro 05, 2018

Amanhã, António Arnaut e João Semedo apresentam livro com nova Lei de Bases da Saúde


Amanhã, António Arnaut e João Semedo apresentam livro com nova Lei de Bases da Saúde  
  A apresentação decorre em Coimbra e está a cargo de D. Januário Torgal Ferreira e Manuel Alegre, com a presença do governo.  
  Amanhã, dia 6 de janeiro, a Porto Editora e os autores, António Arnaut e João Semedo, apresentam o livro Salvar o SNS – uma nova Lei de Bases da Saúde para defender a Democracia .

A sessão de apresentação conta com a colaboração da Câmara Municipal de Coimbra e decorre este sábado, na Antiga Igreja do Convento de São Francisco, em Santa Clara (Coimbra), a partir das 15:30. A apresentação está a cargo de D. Januário Torgal Ferreira e de Manuel Alegre.

O "pai" do SNS e o médico e ex-coordenador bloquista propõem uma nova Lei de Bases da Saúde, prometendo recuperar o SNS e devolver aos cidadãos uma saúde pública digna de uma democracia sã. A par do prefácio, assinado por D. Januário Torgal Ferreira, e da proposta de nova Lei de Bases da Saúde, os autores incluem, ainda, reflexões sobre a situação atual do SNS e enquadram as suas motivações para a elaboração desta obra.

Em Que não se perca a semente: recuperar os valores do Serviço Nacional de Saúde , António Arnaut faz uma retrospetiva história sucinta sobre o Serviço Nacional de Saúde para reafirmar a sua vontade de contribuir para a recuperação dos “valores da solidariedade e da dignidade cívica que inspiraram a Lei n.º 56/79”. João Semedo apresenta um texto intitulado A urgência de salvar o SNS , em que diagnostica a “plena crise” que atravessa o SNS e identifica, com detalhe e de forma sustentada, o que, na sua perspetiva, foram os erros e os passos dados para se chegar a este estado de urgência que exige a mobilização dos cidadãos para salvar o SNS.

Esta é uma obra de grande interesse que constitui um contributo valioso para o debate público sobre o Serviço Nacional de Saúde e, por isso, na sua sessão de apresentação, estarão presentes inúmeras personalidades da vida política e social do nosso país.

O livro já está disponível nas livrarias.



OS AUTORES

António Arnaut

António Arnaut é advogado, político e escritor. Ativista contra a ditadura, foi membro da Ação Socialista e candidato a deputado pela Oposição Democrática (1969). Fundador e atual presidente honorário do Partido Socialista, foi deputado e ministro dos Assuntos Sociais do II Governo de Mário Soares. É autor da lei que criou o Serviço Nacional de Saúde, em cuja defesa se tem empenhado, o que lhe valeu várias distinções e prémios. A Universidade de Coimbra conferiu-lhe o título de Doutor Honoris Causa, pela sua ação cívica em defesa do SNS, e o Presidente da República atribuiu-lhe a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, em 25 de abril de 2016. Tem mais de 30 títulos publicados, de poesia, ficção, ensaio e intervenção cívica (especialmente em defesa do SNS e do Estado social).
João Semedo

João Semedo é médico. Presidiu ao Conselho de Administração do Hospital Joaquim Urbano (SNS), especializado em doenças respiratórias e infeciosas. Autor de diversos projetos-lei na área da Saúde, entre os quais os que conduziram à aprovação das leis de prescrição de genéricos, do estatuto do dador de sangue, do acompanhamento nos serviços de urgência, da carta dos direitos dos utentes do SNS (tempos de espera), da dispensa gratuita de medicamentos após alta hospitalar e do testamento vital. Participou na fundação do movimento "Direito a morrer com dignidade". É membro do Bloco de Esquerda, partido de que foi coordenador, entre 2012 e 2014, e pelo qual foi deputado entre 2006 e 2015.


 

Incêndios - eleita PALAVRA DO ANO® 2017




"Incêndios" eleita PALAVRA DO ANO ® 2017       
                30 mil portugueses votaram durante o mês de dezembro para escolher a candidata favorita.  
                A Porto Editora acaba de anunciar, numa cerimónia que decorre na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Loures, que os portugueses elegeram "incêndios" como PALAVRA DO ANO ® 2017 .

O vocábulo vencedor arrecadou 37% dos votos dos cibernautas, seguindo-se as palavras "afeto" (20%) e "floresta" (14%). Já "vencedor" conquistou apenas 8% da votação e a palavra "crescimento" arrecadou 5%, tal como "cativação". A lista de candidatas fica completa com "desertificação" (4%), "gentrificação" (3%), "peregrino" (3%) e, por fim, "independentista" com apenas 1% dos 30 mil votos registados durante todo o mês de dezembro em www.palavradoano.pt .

A palavra "incêndios" integrou a lista das 10 candidatas a PALAVRA DO ANO ® tendo em conta os sucessivos incêndios em todo o país que fizeram de 2017 um dos anos mais trágicos de sempre, pela enorme quantidade de vítimas e pela dimensão da área atingida. Nesta votação, os portugueses não deixaram de assinalar o impacto que a palavra teve no último ano.

No Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, disponível gratuitamente em www.infopedia.pt , a palavra "incêndios" apresenta-se da seguinte forma:


incêndio

in.cên.di.o

nome masculino
1. ato ou efeito de incendiar
2. fogo destruidor, que lavra com intensidade, geralmente assumindo grandes proporções
3. destruição provocada pelo fogo
4. combustão não controlada
5. figurado rápido e violento desenvolvimento de algo que causa perturbação geral
6. figurado exaltação de sentimentos; ardor; fervor



Assim, "incêndios" sucede como PALAVRA DO ANO ® a "geringonça" (2016), "refugiado" (2015), "corrupção" (2014), "bombeiro" (2013), "entroikado" (2012), "austeridade" (2011), "vuvuzela" (2010) e "esmiuçar" (2009).

A nona edição da PALAVRA DO ANO ® veio confirmar esta iniciativa da Porto Editora como uma das mais relevantes no âmbito da promoção da língua portuguesa, estando já perfeitamente consolidada no calendário dos portugueses e tendo contabilizado o maior número de votos desde o início da iniciativa, com cerca de 30 mil portugueses a participar na eleição.

Inicia-se, agora, a décima edição da PALAVRA DO ANO ® , com o trabalho de observação e análise do qual resultarão as dez candidatas a PALAVRA DO ANO ® 2018.


A PALAVRA DO ANO ® além fronteiras

Esta foi, também, a segunda edição da PALAVRA DO ANO ® em Angola e Moçambique. A responsabilidade desta iniciativa é das empresas que integram o grupo editorial da Porto Editora naqueles países, a Plural Editores Angola e a Plural Editores Moçambique , que contam com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua.

Seguindo as mesmas regras da iniciativa em Portugal, as votações decorreram através dos sites www.palavradoano.co.ao e www.palavradoano.co.mz . A PALAVRA DO ANO ® 2017 eleita pelos moçambicanos foi "tseke" e, em Angola, a palavra vencedora será conhecida no próximo dia 30 de janeiro, no Centro Cultural Português, em Luanda.

Além disso, a PALAVRA DO ANO ® tem sido referenciada internacionalmente e já inspirou iniciativas semelhantes no Brasil e na Áustria, por exemplo.