Nacionalmente Bom

Autores Portugueses

Estrelas Em Contos

Opiniões de Contos

eBooks

Leitura Digital

Crónicas de Uma Desastrada

Sou uma Desgraça de Metro e Meio

Autores do Brasil

Divulgação e Opinião

terça-feira, maio 03, 2016

Os Últimos Sete Meses de Anne Frank [VOGAIS]

Os Últimos Sete Meses de Anne Frank
de Willy Lindwer

Edição/reimpressão:2016
Páginas: 272
Editor: Vogais
ISBN: 9789898839527

Sinopse
O extraordinário diário de Anne Frank tem vindo a comover milhares de leitores em todo o mundo, sendo um testemunho pungente e humano da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, sabe-se muito pouco da vida desta jovem após a sua captura, a 4 de agosto de 1944, e posterior envio para os campos de concentração. Como suportou ela a brutalidade do regime nazi? As respostas são-nos dadas, neste livro, pelas mulheres cujas vidas se cruzaram com Anne Frank em Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen.
Willy Lindwer, cineasta holandês, realizou um documentário televisivo intitulado Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, pelo qual recebeu um Emmy. Impressionado com as entrevistas que levou a cabo com seis mulheres que viveram e partilharam com Anne Frank os dias de horror nos campos de concentração nazis, Lindwer decidiu publicá-las integralmente, dando origem a este livro.
Cada uma das seis entrevistadas tem uma história extraordinária para contar - exemplos de um terror inimaginável, mas, simultaneamente, histórias de coragem e compaixão.
A vida de Anne Frank terminou pouco antes do seu décimo sexto aniversário. Estas mulheres tiveram mais sorte. Sobreviveram.




Willy Lindwer, cineasta, produtor e escritor holandês, é filho de pais judeus que passaram à clandestinidade durante o regime nazi. Realizador de inúmeros documentários, o seu trabalho mais célebre foca-se em questões relacionadas com o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, tendo sido premiado com um Emmy pelo seu documentário Os Últimos Sete Meses de Anne Frank, que deu origem ao presente livro, recém-chegado às livrarias



Anne Frank tornou‑se um dos símbolos mais conhecidos dos judeus assassinados na Segunda Guerra Mundial. O seu diário, escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, enquanto estava escondida no «Anexo», foi publicado em mais de 50 países. Inspirou inúmeras adaptações para teatro, cinema e televisão. O Anexo, ele próprio, é agora um museu, atraindo centenas de milhares de visitantes de todo o mundo.

Era inevitável que a imagem que emergiu do diário fosse romantizada por um vasto público, especialmente pela geração nascida depois da guerra. Muitas dessas pessoas leram as histórias que Anne escreveu durante um dos períodos mais trágicos da nossa história. Anne tinha 13 anos nessa altura e 15 quando morreu.

A 1 de agosto de 1944, terca‑feira, Anne Frank escreveu a última carta no seu diário. A 4 de agosto, o SD (Sicherheitsdienst, Serviço de Inteligência Alemão] invadiu o Anexo, no n.º 263 da Prinsengracht. Todos os que lá estavam escondidos foram presos. Os escritos terminaram aqui. Ao longo dos anos, pouca atenção foi dada à vida de Anne depois de ser presa e deportada. Não se fez uma pesquisa detalhada e, nalguns casos, as escassas fontes existentes contradiziam‑se umas às outras. Assim, pouco se sabia sobre os sete últimos e fatais meses da sua vida, ou sobre como ela suportou o amargo sofrimento de Westerbork e Auschwitz‑Birkenau. Anne morreu de doença, fome e exaustão em Bergen‑Belsen, em março de 1945 — poucas semanas antes da libertação.

Estes relatos são necessários. O fascismo, o nazismo, a discriminação racial e o antissemitismo ainda existem — até a autenticidade do diário chegou a ser questionada. Por estas razões, muitas das testemunhas dispuseram‑ se a contar as suas histórias. Quiseram expor as feridas causadas pelos nazis e, talvez com isso, combater a injustiça onde quer que ela exista.


Leia grátis a história que antecede o arrebatador romance «Dominus», que a Topseller publicará a 09 de maio






















Há uma conspiração mortal que está a ser levada a cabo no coração de Roma.

Apenas um homem poderá evitar que o pior aconteça.


Em Roma, no interior da Basílica de Santa Maria, um padre dispara uma arma, provocando um grande estrondo.
O disparo falha o seu alvo, a agente policial Gabriella Fierro, que anda a investigar desvios de fundos numa igreja. Ela está prestes a descobrir a verdade, mas há quem esteja disposto a tudo para que a verdade permaneça escondida.

Agora, o jornalista Alexander Trecchio, destacado pelo jornal La Repubblica para investigar o mesmo caso, terá de agir rapidamente para revelar uma conspiração que ameaça o futuro da Igreja Católica e salvar Gabriella, antes que seja tarde demais. 


Génesis: Um Novo Começo é a história que antecede o sensacional romance Dominus, que a Topseller publicará a 09 de maio. 


Descarregue e leia gratuitamente o E-BOOK de Génesis: Um Novo Começo AQUI.

Extremo Ocidental de Paulo Moura [ELSINORE]

Extremo Ocidental
Uma viagem de moto pela Costa Portuguesa, de Caminha a Monte Gordo
de Paulo Moura

Edição/reimpressão:2016
Páginas: 320
Editor: Elsinore
ISBN: 9789898839367

Sinopse

«Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento.»
Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.
Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.
Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.
O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?
Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.




Uma moto, uma tenda e um bloco de notas. Este foi o ponto de partida para a viagem que o premiado o  jornalista Paulo Moura realizou ao longo da nossa costa portuguesa. De Caminha a Monte Gordo, é possível viajar quase sempre à beira-mar. São mais de mil quilómetros de uma viagem prodigiosa e inesquecível.
Extremo Ocidental é o primeiro livro de Paulo Moura editado na Elsinore, chancela literária do Grupo 20l20 Editora. Em outubro, a Elsinore publicará o segundo livro do premiado jornalista.
Extremo Ocidental – Uma viagem de moto pela costa portuguesa de Caminha a Monte Gordo - aborda a costa ocidental portuguesa como elemento fundador da identidade portuguesa, apresentando histórias interessantes e incomuns. Será, no fundo, um livro de viagens que apresentará a importância da nossa costa para o país e o mundo através de um ensaio em forma de jornalismo literário.


Paulo Moura é um escritor e repórter freelance português, nascido no Porto em 1959. Estudou História e Jornalismo e, durante 23 anos, foi jornalista do Público, diário com que mantém uma colaboração regular. Exerceu funções de correspondente em Nova Iorque e de editor da revista Pública, e tem feito reportagens em zonas de crise por todo o mundo.

Fez a cobertura jornalística de conflitos no Kosovo, Afeganistão, Iraque, Chetchénia, Argélia, Angola, Caxemira, Mauritânia, Israel, Haiti,Turquia, China, Sudão, Egipto, Líbia e muitas outras regiões. Ganhou vários prémios (Gazeta, AMI - Assistência Médica Internacional, ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Clube Português de Imprensa, FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Comissão Europeia, UNESCO, Lettre Ulisses, Lorenzo Natali, etc.)

É professor de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e autor de seis livros, entre os quais a biografia de Otelo Saraiva de Carvalho e Passaporte para o Céu (edições Dom Quixote), um relato sobre a imigração ilegal de africanos para a Europa. Mantém um blogue de reportagens e crónicas intitulado Repórter à Solta, bem como o sítio paulomoura.net.

sábado, abril 23, 2016

Capital Books - Desconto de 50%

Desconto de 50% em todos os livros (em stock) da Capital Books!

Para comemorar o Dia Mundial do Livro, a Capital Books reduz em 50% o preço de todos os livros do seu catálogo que estejam em stock. Uma excelente oportunidade para ler muito, muito mais, a metade do preço habitual!





Oferta válida para pedidos realizados apenas até dia 25 de Abril!

segunda-feira, abril 18, 2016

Opinião A Loucura de Lord Ian Mackenzie

Opinião


Em primeiro lugar, obrigada a TOPSELLER pela oferta deste livrinho.

A Loucura de Lord Ian Mackenzie é o primeiro da serie Mackenzies & McBrides editado em Portugal pela TOPSELLER, que trouxe até nós leitores, mais uma excelente escritora, Jennifer Ashley.

É um livro, que sem sombra de dúvidas nos envolve desde a primeira página, afinal de contas que louco é que compara uma taça Ming ao seio de uma mulher? E depois ainda dizem que o louco é o Lord Ian. Está-se mesmo a ver. Logo na primeira página, começamos com o Lord Ian, que ao início parece-nos perfeitamente normal levando a crer que o homem que falava com Ian é que não batia bem da bola. Com o decorrer da leitura ficamos mais e mais embrenhados na história. Queremos saber mais e mais.

Lord Ian Mackenzie, é chamado de louco pela sociedade, uma vez que passou a sua juventude num hospício. O que não sabemos e nem desconfiamos é a verdadeira razão de isso ter acontecido. Qual o motivo de um pai internar um filho?  Este livro é cheio de mistério, segredos e reviravoltas deliciosas.

Beth, uma jovem senhora viúva decide se casar de novo, mas quando conhece Ian, este avisa-a sobre o seu futuro noivo e as suas práticas duvidosas. O que leva Beth a confrontar o louco de Lord Ian. E sem que se aperceba vê-se curiosa e decidida ajudar Ian, a provar algo que nem ela mesma sabe ao certo o que é, no início. Apenas sabe que tem de o ajudar.

Não é apenas o Lord Ian que tem segredos, isso é certo. A nossa Beth também os tem, e o certo é que nem sempre foi uma senhora, nem sempre foi herdeira de uma grande fortuna. Beth é uma mulher forte, decidida e empenhada e pouco ou nada do que lhe possam dizer ou ameaçar a faz retroceder um passo. É sem sombra de dúvidas uma mulher de garra, e nem o irmão mais velho de Ian, Hart Mackenzie, o Duque de Kilmorgan a assusta.

Beth está decidida a provar ao inspetor Fellows que Ian é inocente quanto ao assassinato das duas mulheres. Ian não quer Beth envolvida no assunto pois teme pela sua segurança. Hart desaprova, com receio do que possa acontecer a Ian. É um enredo completamente misterioso que apenas sabemos as respostas na sua devida altura. Não é uma história previsível, disso podem ter a certeza, pois nada é o que parece.

Adorei este mundo que a Jennifer Ashley nos trouxe e estou bastante curiosa para saber o que irá acontecer a seguir. Sobretudo a história de cada irmão e a sombra que os rodeia. Principalmente qual a razão de Isabella e Mac Mackenzie estarem “separados”.


Um livro de deve ser lido e apreciado, personagens que devem ser compreendidas pois só assim entenderão o que vos rodeia nesta historia.

Opinião O Cavalheiro Inglês

Opinião 
Comecei a ler este menino, a 5 de Janeiro. No entanto tive de interromper a leitura devido a uma lesão superficial na córnea. 

Quando voltei a pegar neste menino, senti-me desiludida, não com ele, mas comigo. Por mais que o quisesse ler não conseguia, ora ardia-me o olho ou desfocava ou simplesmente começava a lacrimejar. Mesmo insistindo na leitura, tive de parar varias vezes, pois se não era o olho era as dores de cabeça fortes que me dava.

No entanto, um dia destes agarrei neste menino, inspirei fundo e deitei-me na cama. Olhei para ele e disse-lhe: “Meu anjo, nem que tenha picaretas em brasa nos olhos, eu irei-te ler. E não irei parar nem que seja o fim do mundo.” Resumindo, mesmo por entre lágrimas, soro para os olhos e afins, eu terminei. E não me arrependo nem um pouco disso.

Confesso que é primeira vez que leio algo da autora. Admito que quando comprei este menino, tive receio. E vocês sabem, que tenho sempre algum receio no que toca a escritores Portugueses. Uma vez mais, receio infundado.

Adorei este mundo único e fantástico que a nossa Carla M. Soares nos apresenta, O Cavalheiro Inglês é um balsamo para a alma, uma história passada em Portugal, em Lisboa. Para mim, - tal como aconteceu com a trilogia Perdidos de Rute Canhoto, - eu consegui entrar na história, todos ou quase todos os lugares mencionados. Eu consegui visualizar na minha mente, ver as cores, cheiros, ver tudo a minha volta. As Senhoras e Senhores a caminharem. Consegui envolver-me de tal forma no enredo que quando terminei foi como se tivesse sofrido um puxão brusco ao qual me deixou desorientada.

Como leitora e portuguesa, viajar neste mundo criado pela autora, e conseguir reconhecer cada canto é único. Não há palavras. Vocês imaginam-se, a passear em determinada cidade e de repente pararem e olharem em volta, e pensarem, caramba eu li um livro X que tinha acontecimentos aqui. E darem por vocês com a mente a viajar até a esse tempo e lugar, deixar de ver os carros, a poluição sonora e verem apenas e unicamente o mundo criado naquele dia, naquele tempo?

Voltando a história, adorei a Sofia. Ela tem garra, de tola não tem nada e sempre coloca a família em primeiro lugar por mais doloroso que possa ser. Gostei da personalidade da Sofia, muito mesmo. E o Robert? Oh que cavalheiro, acho que fiquei apaixonada hehe é um homem misterioso e que todas as ações deste, se tornam confusas para a Sofia. E o Português dele? Oh o que me ri por vezes.
Tião, há meu jovem senhor, que vontade eu tive de lhe bater varias vezes e a Vina? Pareceu-me um doce, confesso que gostaria de saber mais deste casal.

A prima Amélia, achei a Senhora um amor, e também adorava saber mais da sua história, ela parece-me um pouco… misteriosa.

Outra personagem que me deixou curiosa e preocupada foi a Maria Francisca, que raio se passa na cabeça dela? Como se deixou levar até aquele estado? Bem, vendo bem não seria de todo impossível, não é? É assustador, simplesmente assustador.


Parabéns à Carla M. Soares por este maravilhoso, único e excelente mundo que nos trouxe. Um romance que merece sem dúvida ser apreciado. Um mundo único que leva os leitores a deliciarem-se e ansiarem por mais. 

As Lições do Amor de Lorraine Heath [TOPSELLER]

As Lições do Amor
de Lorraine Heath

Edição/reimpressão:2016
Páginas: 240
Editor: TopSeller
ISBN: 9789898839459
Coleção: Scandalous Gentlemen Of St. James Place

Sinopse

Autora vencedora do Prémio RITA para Melhor Romance

Lady Grace Mabry tem tudo o que uma donzela debutante pode desejar: é bonita, inteligente, vem de boas famílias e possui um dote bastante valioso. No entanto, Grace desconfia dos inúmeros pretendentes que a cortejam, pois acredita que muitos estão apenas interessados na sua riqueza.
Para a ajudar a perceber se os interesses dos seus apaixonados são genuínos, Grace procura o seu amigo de infância, o Duque de Lovingdon. Sem qualquer fé no amor desde que perdeu a família, Lovingdon vive uma vida de libertinagem e prazer. Conhecedor dos jogos e estratagemas para conseguir a atenção de uma mulher, Lovingdon só tem de ensinar a inocente Grace a diferenciar as emoções falsas das verdadeiras.
Mas mal as lições começam, Lovingdon depara-se com um jogo demasiado perigoso, que parece não conseguir controlar…
Conseguirá o Duque abrir o seu coração inteiramente ou irá perder aquela que descobriu que ama?


















«Lorraine Heath é conhecida pelos seus romances deslumbrantes e profundos, e este não foge à regra. As Lições do Amor é um livro perfeito, cheio de lágrimas e suspiros, e com uma heroína que surpreende pela força que tem.»
Washington Post



Sobre a autora:

Lorraine Heath é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que conta com mais de 60 romances publicados.

Quando se licenciou em Psicologia pela Universidade do Texas, Lorraine não fazia ideia de que tinha acabado de ganhar uma base valiosíssima que lhe permitiria criar e descrever personagens consideradas quase «reais». Por essa razão, os seus livros já foram nomeados e contemplados com inúmeros prémios, entre os quais o Prémio RITA para Melhor Romance e, por duas vezes, o prémio All About Romance (AAR) para a mesma categoria.