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quinta-feira, dezembro 04, 2014

A sombra de um passado de Carina Rosa [eBook]

Boa Tarde Estrelinhas!!

Ele chegou!! Ele chegou!! Pois é, finalmente já podemos ver a capa ler a sinopse e... melhor ainda, compra-lo!!!

A sombra de um Passado é um eBook, e por agora (penso eu) não haverá em formato físico.

Carina Rosa, é a autora (para os mais desatentos) dos livros intitulados, "O Intruso" e "As gotas de um beijo".

Já foi apresentada no nosso Nacionalmente Bom, e também temos a Entrevista feita a Carina Rosa.



de Carina Rosa
 
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 312
Editor: Coolbooks
ISBN: 978-989-766-030-6
Idioma: Português

Sinopse

Conseguirá o verdadeiro amor apagar uma grande paixão?

Clara e Santiago vivem um casamento feliz e juntos planeiam construir um palácio de sonho para viverem com a filha Carolina. Mas quando, numa concentração de motas, Clara reencontra o homem que quase destruiu a sua vida, o passado mistura-se com o presente e a sua felicidade ao lado de Santiago é ameaçada. Hugo regressa após dez anos na prisão e Clara sabe que ele quererá vingança por ter sido abandonado e por tudo o que ela construiu na sua ausência. As inseguranças da menina inocente que foi um dia regressam e, com elas, a culpa e o sentimento doentio que nutriu em tempos por Hugo.

Uma história de amor, de sonhos e de perdas que nos leva ao mundo do crime, das drogas e da discriminação racial. Um tributo à família, aos que amam e sabem amar-se e à felicidade nas pequenas coisas. 

terça-feira, outubro 07, 2014

Entrevista Carina Rosa

Boa Tarde Estrelinhas, como estão?

Hoje trago-vos uma pequenita entrevista, desta vez com a nossa querida Carina Rosa :)



1º Carina, pode falar um pouco de si, o que faz, o que gosta e detesta?

Por onde começar sem ser demasiado extensiva? Sou natural de Lisboa, mas vivo no Algarve desde sempre, tenho 28 anos e uma grande paixão pelo desporto, pela arte e pela cultura no geral. Quando começou isto? Talvez quando a minha mãe me inscreveu na ginástica, tinha eu seis anos. Muito resumidamente, apaixonei-me por aquilo e quando dei por mim estava na competição. Esta levou-me à alta competição, uma época em que fiz parte da selecção Nacional de Trampolins e Desportos Acrobáticos, como atleta de par feminino de Ginástica Acrobática. O desporto, porém, não era a minha única paixão e eu lia e escrevia nos tempos livres. Não me licenciei em desporto, como muitos e a maioria dos atletas, mas em ciências da Comunicação, para poder dar largas à minha paixão pelas letras. Fui jornalista de imprensa, de rádio e de uma televisão online, mas era a imprensa que me apaixonava, até que o jornal onde eu trabalhava fechou, vítima dessa nuvem negra que nos abate constantemente, mesmo em dias de sol, chamada crise. O que faço hoje? Ginástica. Depois de alguns anos afastada daquela que foi desde sempre a minha casa (por muitos motivos, sendo o cansaço e as lesões os piores deles) regressei, quando a minha antiga treinadora me chamou para trabalhar com ela, dando aulas de ginástica de formação a crianças e jovens. Aceitei e é lá que me encontro até hoje, vai fazer três anos, acho. Estou de momento a tirar o curso de treinadores de ginástica de primeiro grau e a escrita é um hobbie que levo muito a sério. Acho que sou muito versátil, gosto de muita coisa distinta, sou várias personagens dentro de uma. À parte esta vida e estas paixões agitadas, sou muito tímida, reservada, gosto muito do meu refúgio e de um pouco  de solidão. Por outro lado, adoro a minha família e ter a oportunidade de passar algum tempo com eles. O que detesto? Não diria bem detestar, mas não gostar muito: saídas à noite em bares e discotecas dispenso; o meu serão de sonho é silêncio e um bom livro nas mãos ou uma boa sessão de cinema. Detestar mesmo só o cinismo, a falsidade e a maldade. Não sou pessoa de grandes ódios. Gostos? Muitos: leitura, cinema, dança, música, desporto e tudo aquilo que tiver em si uma essência artística.

2º Uma vez que vamos falar de livros, de que género literário gosta?

Cresci como a menina dos romances contemporâneos e durante muitos anos era tudo o que lia, com pena minha. Um autor deve também ser diversificado, ler muita coisa e de géneros distintos para poder alargar a sua capacidade de entendimento do mundo e de escrita. Actualmente, leio de tudo um pouco e um bom livro é um bom livro, independentemente do seu género. No entanto, pessoalmente, opto por géneros como o contemporâneo e o histórico.

3º Algum autor preferido? Porquê?

Tenho muitos. Durante muitos anos, adorei Nicholas Sparks e Nora Roberts, mas a idade e as experiências também nos alargam os horizontes e confesso que, a nomear alguém, a minha escolha recairá sobre Natasha Solomons. Li apenas um livro dela, «Uma casa de família» e é um excelente livro, mas não é por esse motivo que a nomeio. Temos grandes autores e grandes obras em todo o mundo, mas nem sempre encontramos escritas peculiares. A escrita de Natasha Solomons é especial, na capacidade que a autora tem em revisitar o passado, em causar suspense e tensão a cada linha, em levar o leitor a enamorar-se de cada diálogo, de cada frase. Acho que é inexplicável tudo aquilo que ela me fez sentir ao longo da história.

4º O que a motivou a escrever?

Necessidade, talvez. A necessidade que eu tinha de deitar para fora aquilo que tinha cá dentro: tantos pensamentos, tantas ideias escondidos, presos, retraídos. Tinha de o fazer. Acho que quando começamos a escrever, é uma espécie de missão aquilo que nos domina. No meu caso foi assim. É também um vício criar histórias e personagens, um vício tão grande que é impossível parar, depois de termos começado. A escrita é o meu refúgio, a forma que tenho de me esconder, mostrando-me, poder dizer ao mundo aquilo que sinto e penso, através de outras histórias e outras pessoas. Ou por outro lado, por vezes, poder usar pensamentos e acções de outros e torna-los meus: ser outra pessoa por momentos, fazer coisas que nunca fiz e que gostaria ou que jamais me atreveria. Escrever é ser livre, no fundo, e penso que foi também essa liberdade aquilo que me motivou a escrever. Num jornal, temos um assunto e um espaço contado, com linhas e ideias restritas e eu sentia-me sempre presa quando tentava os meus floreados. Quando vejo uma folha em branco, sinto-me livre e isso é felicidade.

5º  Das duas obras já publicadas, qual é para si o seu menino? E porquê?

Seria fácil escolher entre ambas em termos de qualidade, por motivos óbvios como a experiência e a prática, mas é difícil fazê-lo quando são ambos meus filhos. «O intruso» tem muito de mim, demasiado, até, no tema, com o qual me identifico, na personagem principal, que tem muitos dos meus problemas e complexos, na forma de escrever, que nessa altura era curta, concisa, muito adaptada a um jornal. Posso dizer que «O intruso» é todo meu, porque não foi revisto, nem apreciado por verdadeiros críticos, nem leitores-beta. Quem me conhece, reviu-me nele e isso é bom e mau ao mesmo tempo. Um bom escritor consegue distanciar-se tanto de si mesmo na história que o leitor não consegue vê-lo, conhecê-lo. Sei que não me distanciei nada ou muito pouco nesse meu primeiro romance, mas será sempre o meu menino, o meu primeiro. «As Gotas de um Beijo» leva outra bagagem, outra experiência e qualidade. Foi revisto, foi modificado, melhorado e, na minha opinião, é um melhor romance. Cada um à sua maneira tem o seu valor e não consigo escolher entre um e outro para meu preferido. Para os leitores, sem dúvida: «As Gotas de um Beijo».

6º  O que podem as leitoras encontrar nos seus Romances?

Disse leitoras, mas acho que são romances para leitores, não obstante a capa de «As Gotas de um Beijo» ser demasiado cor-de-rosa (já me avisaram). Amor, paixão, carinho e ódio, sentimentalismo e verdade é o que os leitores poderão encontrar. Verdade, sem dúvida. Não gosto de escrever romances cor-de-rosa. Gosto de escrever histórias reais, com personagens cheios de defeitos e algumas qualidades. Também adoro um toque de ousadia.

7º Há alguma obra a caminho? Pode falar-nos sobre ela?

Sim! Estou tão ansiosa de poder falar abertamente sobre ela! Tem como título provisório «O palácio dos meus sonhos» (poderá ser alterado) e fala de amor, de vários tipos de amor, e do facto de nem sempre amarmos uma única pessoa ao longo da nossa vida. Acima de tudo, tento passar, através deste livro, a mensagem de que, por vezes, o amor não basta, e que a idade e a experiência acabam por ditar-nos aquilo que será mais importante na nossa vida: a paixão ou a estabilidade. Clara e Santiago são os dois protagonistas da história e vivem um casamento feliz, planeando construir um palácio de sonho. Mas quando, numa concentração de motas, Clara reencontra o homem que quase destruiu a sua vida, o passado mistura-se com o presente e a sua felicidade ao lado de Santiago pode estar ameaçada.
É uma história de amor e de amizade, de sonhos e de perdas, que nos leva ao mundo do crime, das drogas e da discriminação racial. Um tributo à família, à paz e à estabilidade, um mundo de escolhas e de segundas oportunidades, uma ode aos que amam e sabem amar-se, e à felicidade nas pequenas coisas.
Segundo a editora, a obra estará na rua em finais de Novembro ou inícios de Dezembro e vai ser uma nova experiência para mim, numa nova casa e num novo formato, que me causa alguma ansiedade. Só posso desejar que os leitores que me acompanharam até aqui possam continuar a fazê-lo e que a obra seja tão lida ou mais ainda do que as outras têm sido. Eu diria que valerá a pena.

8º  Das suas obras, qual seria a primeira a recomendar?

Sem dúvida «As Gotas de um Beijo». Não que «O Intruso» me envergonhe, mas o meu segundo romance está melhor acabado, melhor pensado e acredito que a maioria dos leitores vá apreciá-lo, como tem apreciado até aqui. As críticas têm sido bastante boas, na sua maioria, e só me posso sentir feliz. É um livro para românticos, com personagens e problemas da vida real, e penso que o leitores se identificam com todo esse cenário.

9º O Que acha mais difícil, quando se é escritor em Portugal?

Primeiro: chegar aos leitores. As obras chegam a uma ninharia, não só porque Portugal é pequeno, mas principalmente porque o leitor português não valoriza o autor português. O leitor português quer o bestseller internacional, o autor internacional que escreveu o bestseller e torce o nariz a obras de autores portugueses. Acho que isso tem muito a ver com o espírito da maioria do português, que acha que só é bom o que é feito lá fora. As editoras apoiam essa corrente, porque publicam aquilo que vende e aquilo que vende é estrangeiro. Logo, os autores portugueses têm pouca oportunidade de publicação e quando têm, não vendem porque ninguém acredita neles. Quando se é um autor novo e desconhecido, a situação é ainda mais preocupante. Salva-nos apenas o facto de não escrevermos, nós, autores, para vender ou sequer ser publicados. Escrevemos por prazer e esse prazer mantém-se, mesmo quando as obras estão na gaveta. É claro que todos queremos, depois disso, levar a nossa obra ao mundo, e isso só se consegue com muito trabalho, persistência e paciência, mas sobretudo amor às letras.


10º O Que aconselha aos novos escritores, que mantêm o manuscrito na gaveta?


Escrevam por prazer. Quando o prazer passar a obrigação, não vale a pena continuar a escrever. É isso que faz da escrita um bom momento de lazer e não um trabalho. Sejam humildes o suficiente para aceitar os próprios erros e melhorá-los. Não sejam medianos, sejam os melhores, criativos, originais, únicos. Escrevam primeiro para vós, depois para os outros. Apaixonem-se pelos vossos personagens e pela vossa história. Sejam corajosos para enviar os vossos escritos a leitores-beta que os avaliem e ajudem a melhorar e nunca desistam de transmitir a vossa mensagem a quem um dia sentirá o cheiro do vosso livro e a textura das páginas folheadas. 

Obrigada Carina, pela atenção e simpatia :)

Página do Facebook da Autora

terça-feira, setembro 09, 2014

Carina Rosa - Nacionalmente Bom

Boa Tarde Estrelinhas,

Hoje vamos dar inicio ao Nacionalmente Bom,
O que é isto? É um Cantinho Reservado a ajudar os Escritores Portugueses. Que muitas vezes nós nunca ouvimos falar, ou se ouvimos, tivemos algum receio quanto a comprar uma obra de um autor Português. Para alguns leitores e na forma como alguns pensam, não há obras Portuguesas tão boas como as estrangeiras... ERRADO.
Nem tudo o que é de fora é bom, e há que dar valor e descobrir que em Portugal temos escritores muito bons.
Há, mas se nunca ouvi falar.... Infelizmente os autores Portugueses apenas conta com a divulgação nos Blogues e divulgação feitas por eles mesmos nas redes sociais. As próprias Livrarias são as primeiras em meter as obras Portuguesas no fundo da loja e sem qualquer destaque, sim, eu mesma já vi isso na Bertrand quando procurava um livro, que por sinal tinha sido lançado a pouco tempo. Ele estava no fundo do corredor, enfiado no meio de tantos outros livros, em vez de estar a entrada na prateleira das NOVIDADES, com os devidos cartazes a publicita-lo. Enquanto isso tinham uns 4 livros de autores famosos lá de fora, com grande destaque. É triste...mas é assim.

Então cabe a nós ajudar-mos os nossos autores e mostrar que somos Portugueses, e somos bons. Temos obras publicadas, que são excelentes. Obras românticas, com humor, sensuais que levam o leitor a um mundo único e fantástico.

E hoje para iniciar o nosso Nacionalmente Bom, trago-vos, com a ajuda da autora, Carina Rosa, as suas obras já editadas.

1ª Obra da nossa Carina Rosa,

O Intruso
Romance contemporâneo
Edição - Chiado Editora; publicação - 2012

Venda: através da autora ou wook e Bertrand Online

Sinopse:

Sara é uma mulher deprimida e atormentada por um passado trágico. A casa que outrora pensara ser um refúgio contra as lembranças de uma vida que desejava esquecer, é agora um antro de sombras que a perseguem.
O reencontro com Martim, um rosto que lhe é de alguma forma familiar, de um passado longínquo, provoca-lhe uma avalanche de sentimentos que poderão mudar a sua vida para sempre. Mas o passado nunca poderá ser apagado e Sara vê-se obrigada a tomar decisões que podem fazer a derradeira diferença ente a vida e a morte.
Poderá Martim salvá-la de uma realidade que foge ao seu alcance? Ou poderá afundá-la ainda mais naquele poço sem fundo, em que não há saída possível, senão a morte?


2ª Obra da nossa Carina Rosa


As Gotas de um Beijo
Romance contemporâneo
Edição - Alfarroba Edições; publicação - 2013

Venda: através da autora ou wook e Bertrand Online

Sinopse:

Desde que o seu casamento de vinte anos terminou, David é um homem solitário. É no stand de automóveis que dirige que afoga as memórias do passado e a solidão do presente. Afastado de casa e dos filhos, é obrigado a gerir sozinho as acções e as escolhas que fez ao longo da vida, nas quais Diana, uma amiga de infância que considera irmã, tem um papel fundamental. Diana é o seu porto de abrigo e o seu braço direito, mas foi mais do que isso durante o seu casamento agora destruído.
A afinidade entre David e Diana, também divorciada, é quebrada pela chegada de uma mulher ruiva que revela muito pouco de si própria. Laura é atraente e misteriosa, e a atracção entre si e David é mútua e intensa. Será ela a mulher doce e simples que aparenta ser? Entre a joalharia e o stand, passa a alternar-se a languidez dos dias com a turbulência das noites e David acaba por se embrenhar num mundo perigoso de segredos, mentiras e traições. Dividido entre duas mulheres, estará David a encaminhar-se para o fundo do abismo?


Então, são ou não são de deixar a pulguinha atrás da orelha? E as capas? Convidativas e bonitas, quase que ouvimos a gritar: Lê-me, leva-me contigo!

Mas não ficamos só por aqui.... Em breve darei noticias sobre a Carina Rosa e sobre o que poderá estar por vir...aguardem.

Alguém aqui já leu? Conheciam? Deixem comentário e partilhem connosco  qual leram e o que acharam. Ou se é novidade para vocês...


Por Hoje é só....

Boas Leituras

sábado, abril 13, 2013

Opinião "O Intruso"


O Intruso
de Carina Rosa
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 190
Editor: Chiado Editora
ISBN: 9789896977832
Coleção: Viagens na Ficção


Sinopse

Sara é uma mulher deprimida e atormentada por um passado trágico. A casa que outrora pensara ser um refúgio contra as lembranças de uma vida que desejava esquecer, é agora um antro de sombras que a perseguem.
O reencontro com Martim, um rosto que lhe é de alguma forma familiar, de um passado longínquo, provoca-lhe uma avalanche de sentimentos que poderão mudar a sua vida para sempre. Mas o passado nunca poderá ser apagado e Sara vê-se obrigada a tomar decisões que podem fazer a derradeira diferença ente a vida e a morte.
Poderá Martim salvá-la de uma realidade que foge ao seu alcance? Ou poderá afundá-la ainda mais naquele poço sem fundo, em que não há saída possível, senão a morte?


Opinião:

Li este livro, por incentivo de uma amiga e que me deixou com "a pulga" atrás da orelha.
Gostei da historia de Sara, uma jovem com um passado bastante triste e que sofre (desde a morte do ex.) psicologicamente com a obsessão de Rodrigo.
Adorei Mike, o cão que Sara tem, como companheiro e Amigo.
Fiquei curiosa/confusa sobre a Juliana, a amiga de Sara.
No desenrolar desta narrativa, aparece Martim, um jovem mulherengo e super fofo, que se apaixona por Sara.

De capitulo pequenos e fácil leitura, a historia d´O Intruso, é misteriosa e cativante.

Ponto Negativos:

  1. Houve partes em que fiquei perdida, até que percebi que se tratava de "lembranças" de Sara. (Acho que nesta parte poderia ter outro tipo de letra, ou estar em itálico, ou umas " ". Assim saberíamos que se tratava de uma memoria/Pensamento e não nos levava a perder-mo-nos nesta historia)
  2. Os Acontecimentos por vezes desenrolam depressa demais, não dado o tempo devido ao leitor de acompanhar e perceber o sucedido
  3. As personagens poderiam ser mais desenvolvidas, facilitaria o leitor a compreender melhor estas.
  4. Haver um pouquinho mais de dialogo/acção entre personagens, para aliviar o leitor da narrativa
Recomendo a quem gosta de um belo Fastasminha e muito suspense

Boas Leituras