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sábado, março 17, 2018

Quetzal Editores | Newsletter de março


O Tempo das Violetas de Sarah Jio

Sinopse:
Entre violetas e um diário secreto, o amor pode renascer.
Uma mulher sem rumo regressa à ilha da sua infância à procura de redenção, e aí encontra um diário da década de 40, que lhe desvenda a dolorosa história de um amor atraiçoado que marcou durante décadas os habitantes da ilha.

Aos 20 anos, Emily estava nos píncaros. Escritora de sucesso e casada com um homem de capa de revista, o futuro parecia-lhe auspicioso.
Dez anos depois, a sua sorte deu uma reviravolta. Desanimada por um súbito bloqueio criativo e a recuperar de um divórcio, Emily é convidada pela sua tia-avó Bee a passar um mês na idílica ilha de Bainbridge. Talvez o regresso às memórias da sua infância e o poder do mar sejam a cura perfeita para o seu coração partido.
Enquanto procura material para o próximo livro, Emily encontra um diário de 1943 que lhe revela a história trágica de uma das habitantes da ilha. A pouco e pouco, ela percebe que esta história está estranhamente ligada a si e que há um mistério à sua espera para ser desvendado… Um mistério que esperou décadas pela sua chegada.
Um romance sobre amores que resistem ao tempo, ao desgosto e à distância… mesmo quando tudo parece estar perdido.



Melhor Livro do Ano para o Library Journal

«Combina-se romance, história e um mistério, e o que se obtém? O Tempo das Violetas, que nos mostra que o passado volta sempre, reservando algumas surpresas.» — Jodi Picoult, autora bestseller

«Uma história encantadora sobre amor e traição, e a descoberta de um diário que liga misteriosamente o passado ao presente. O Tempo das Violetas é uma leitura deliciosa.» — Beth Hoffman, autora bestseller do New York Times
 
 
Sobre a autora:
Sarah Jio é uma jornalista norte-americana e autora bestseller do USA Today e do New York Times, publicada em mais de 25 países.
Foi colunista da revista Glamour, e trabalhou como jornalista para várias publicações como o New York Times, Redbook, Oprah Magazine, Marie Claire, entre outras.
Sarah vive em Seattle com o marido, três filhos e Paisley, um golden retriever.

A Campanha do Argus de Alan Villiers


A Rapariga Alemã de Armando Lucas Correa

Com o aproximar da guerra, a vida da jovem alemã Hannah Rosenthal mudou
Em 1939, as ruas de Berlim estão decoradas com bandeiras vermelhas, pretas e brancas. Pelas ruas andam «ogres», vestidos com uniformes castanhos.
O pai de Hannah parece mais diminuído a cada dia. E a sua mãe vive sempre com medo. É quando decidem fugir da Alemanha a bordo do navio St. Louis, com destino a Cuba, que lhes dará asilo.

Cerca de 70 anos depois, em Nova Iorque, Anna Rosen recebe uma encomenda
No dia do seu 12.º aniversário, chegam às mãos de Anna fotografias de família do pai, Louis, um cubano que nunca conheceu. O nome da remetente é Hannah, e o pacote vem de Cuba. Louis morrera nas Torres Gémeas a 11 de setembro de 2001, pouco antes de Anna nascer.

Qual será a relação entre ambas?
Decididas a desvendar os mistérios do homem das suas vidas, Anna e a mãe viajam até Cuba para conhecerem Hannah, que as espera. Conseguirão todas encontrar as respostas que procuram?



Em maio de 1939, o transatlântico St. Louis partiu de Hamburgo, na Alemanha, com destino a Havana, Cuba. Nele fugiam 937 passageiros, a larga maioria refugiados judeus alemães.
Apenas 28 foram autorizados a desembarcar em Cuba e o navio teve de regressar à Alemanha, levando muitos dos refugiados a sofrerem os horrores dos campos de concentração.
De Berlim, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, a Cuba, à beira da Revolução; da Nova Iorque pós-11 de Setembro à Havana da atualidade, esta história real mostra-nos toda a força e determinação de gerações de exilados, ainda e sempre à procura do seu lugar no mundo.

«Poderoso e comovente. Ajuda a esclarecer um dos momentos mais duros da história do Holocausto.» Kirkus Reviews

«Brilhante.» Thomas Keneally — autor de A Lista de Schindler

«Dei por mim a não conseguir pousar o livro. Identifiquei-me com o que os meus pais devem ter sentido na Alemanha e depois no St. Louis. Uma história belíssima e de partir o coração.» 
Judith (Koeppel) Steel — Sobrevivente do St. Louis

«Profundo e tocante. Este romance foi pessoal para mim, especialmente por ser contado do ponto de vista de uma menina num navio, tal como eu fui.» ~
Ana Maria (Karman) Gordon – Sobrevivente do St. Louis 
 
 
Sobre
Armando Lucas Correa é jornalista, autor e editor da People en Español, a revista em língua espanhola mais vendida dos Estados Unidos. Venceu vários prémios da National Association of Hispanic Publications e da Society of Professional Journalism.
A Rapariga Alemã é o seu primeiro romance.

sábado, março 03, 2018

Diário de Uma Maça com Bichinho

Boa noite estrelinhas!

Antes de mais, quero apresentar-vos este novo cantinho...acredito que por esta altura, vocês estão a questionar-se o que raio se está a passar aqui e que conversa é esta... e mais! Porque é que a boneca segura uma maça...com bichinho?

É tudo bastante simples.

A historia da maça e do bichinho, remonta a época carnavalesca em que o meu marido virou-se para mim e disse:

Marido: De que te vais mascarar?
Moi: E desde quando é que me mascaro? * pergunto irónica *
Marido: oh... Tinha algo em mente.. Irias ficar muito gira.
Moi:Serio? E o que seria?
Marido: oh algo simples... Vestes um biquíni... Pinto-te a barriga de vermelho e faço uma folha para metetes na cabeça ... Depois é só desenhar uma lagartinha na zona vermelha...que será a tua barriga e vais de maçã com bichinho!

É certo e sabido que partilhei no facebook e claro, deu azo à galhofa. E, quando tive a ideia de fazer este género de Diário, e pedi ajuda para escolher o nome, adivinhem quem ganhou... pois é. Bastou juntarem-se a Verónica, a Rita, a Titinha, a Neuza e a Cátia para descambar tudo.

Juntando a tudo isto, a maravilhosa Lívia Dionísio aceitou fazer uma capa/imagem para este cantinho que eu simplesmente AMEI. Obrigada lindona! 

Ora bem, o que pretendo? Muito simples. Irei falar aqui, neste cantinho, sobre ambas as minhas gravidezes, que contam com um intervalo de 11 anos. A minha primeira gravidez, do meu Diogo, foi uma loucura. Garanto-vos. Cheguei também a ter avozinhas a criticarem-me por estar grávida... a olharem-me de lado como se tivesse cometido o maior crime!

Olhando para trás é verdade que dá uma piada, mas na altura? Nem por isso. Hoje? A minha gravidez passa por uma crise muito grave da minha doença.... engraçado, tenho ideia de que já passei por isto, mas na época tinha 17 anos, estava super magra e com os sintomas da minha doença de Crohn, e as pessoas adoravam dizer que.... estava gravida... ou estava com anorexia. Hoje.. passo por doente, com uma pança maior que eu, e que bem...

Estou de 21 semanas e desde que engravidei já engordei 7.5Kg... Pareço uma bola dos lados todos... Bem.... 

Fiquem atentos, se a minha Leonor assim o deixar, para a semana irei começar a relatar este pequena ginormica aventura.

Gravidez 1 [20 aninhos] VS Gravidez 2 [ 32 aninhos] 

Não percam nadaaaaaa porque eu? Podem ter a certeza que não irei perder hahaha

beijokas e bom fim de semana

sexta-feira, março 02, 2018

25 Gramas de Felicidade - Como um ouriço-cacheiro pode mudar uma vida

«O Massimo contou-me tudo, em horas, dias, semanas, meses de telefonemas. E eu ouvia. Enquanto falava, ocupava-se dos seus ouriços. Eu apenas ouvia. Atentamente. Para não perder nada. Inclusive as palavras não verbalizadas. E, sobretudo, as emoções, positivas e negativas, ansiando por transmiti-las depois a quem iria ler. Tentando não usar, nem mesmo inconscientemente, qualquer filtro. Embora não seja cem por cento possível: por vezes, o coração — às escondidas — escreve sozinho. E não te apercebes.», Antonella Tomaselli.
 
​Com várias fotografias, ​
25 Gramas de Felicidade é sobre um ouriço e sobre o veterinário que decidiu cuidar dele. Mas é também sobre o amor, a felicidade e uma imensa vontade de viver. Massimo Vacchetta conta a sua ligação extraordinária com um animal tão pequeno e especial, e de que forma esta o ajudou a sair de um período sombrio com um novo objetivo de vida: criar um centro de recuperação para ouriços.

Mais do que um relato sobre os problemas que afetam tantas espécies em risco de extinção, 25 Gramas de Felicidade é uma sensível e emotiva descrição dos laços de um veterinário com um pequeno ouriço, e é um daqueles livros que nos elevam a alma e nos deixam com um sorriso na cara.
 
 
  Com milhares de exemplares vendidos em Itália e direitos adquiridos por mais de 60 países, 25 Gramas de Felicidade é uma obra irresistível sobre o amor, a felicidade e uma imensa vontade de viver.
 
« — É um caso clínico muito especial! Agarrei no ouriço e pu-lo na palma da minha mão, para o observar melhor. Detive o olhar durante um momento nas patas da frente: os dedos finos pareciam minúsculas mãos. Emocionou-me a semelhança, mas, restabelecida a emoção que me invadia, propus a Andrea, sorrindo:
— Vamos tirar-lhe algumas fotografias e depois publicamos no Facebook.
Tirámos várias selfies com os smartphones. Eu, ele e o ouriço. Eu e o ouriço. Ele e o ouriço. Escolhemos as melhores para publicar. Despedimo-nos. E regressei a casa, onde me esperava a Greta. Na manhã seguinte, como combinado com o Andrea, fui até ao seu consultório. Em primeiro lugar queria cuidar do ouriço. Aquele animalzinho curioso tinha-me provocado alguma pena no dia anterior. Abri a porta e ali estava ele, imóvel. Ouvi um lamento. Um pequeno pranto, ténue. Como de um pintainho. Minúsculos e contínuos gemidos, intervalados por pequenas pausas. Atingiam-me o coração. Dilacerando-o. Faziam-me sentir mal. Sons ténues, mas agudos, em forma de lágrima. O ouriço pedia ajuda. 
 
​​
Massimo Vacchetta 
vive no Norte de Itália, onde é veterinário de gado bovino há mais de vinte anos. Fundou em 2015 o centro de recuperação para ouriços «La Ninna», um abrigo que acolhe e trata animais feridos. É presidente da associação La Casa dei Ricci, que tem por missão proteger os ouriços e o seu ambiente. 


Antonella Tomaselli é jornalista e autora de vários livros, tendo publicado diversos artigos sobre raças de cães. Está ativamente envolvida na consciencialização relativa ao abandono de animais de companhia.