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quarta-feira, fevereiro 07, 2018

Sou uma desgraça da metro e meio #14

Boa noite estrelinhas,

Está confirmado, sou lerda, não pertenço a este tempo, quiça a este mundo! 
Não estou a conseguir acompanhar, menos ainda entender. E a cada dia que passa, é dentro dos livros que estou melhor, ou dentro das histórias que crio dentro da minha mente.

Sinceramente? Não faço a mais pálida ideia de por onde começar, talvez seja a gravidez que me deixa mais picuinhas, mais pensativa ou talvez mais atenta ao que me rodeia. Talvez sejam as hormonas que me roubam a paciência e bloqueiam a minha tentativa de ignorar o que se passa ao meu redor. Ou... a verdade seja, estamos tão habituados a ignorar tudo, que quando saímos da nossa concha deparamo-nos com uma triste e assustadora realidade!

Ninguém respeita ninguém, mas nas redes sociais toda a gente é exemplo a ser seguido. Aqui entre nós? Eu estou como o naufrago [representado por Carlos Areia, se a memória não me falha] eu vou voltar para a ilha. Assim será muito mais fácil não ver, nem saber de nada e levo as minhas crias comigo, porque decididamente o civilização está perdida...

Seria de se supor que com todos estes anos o ser humano deveria ser mais inteligente, certo? É, mas não a verdade é que não, pode passar mais um quinquilhão de anos, e o ser humano será 300vezes pior ao que já é.

Resta saber é... a onde se falhou?


Quando oiço numa reportagem, o jornalista dizer, já consumiu H2O? E a pessoa diz que não... varias até, de diferentes idades... Ou que alguns dos entrevistados na rua, dizem que não são homo sapiens, e quando o jornalista/entrevistador pergunta a pessoa o que ela/e faria se tivesse um filho que fosse e o mesmo diz que era deserdado, ou que estaria morto... bem minha gente, algo está a falhar gravemente!

Sim, eu sei. Existe ainda um bom numero de pessoas que não tiveram a oportunidade de ir a escola, de aprender, contudo tem netos, filhos e tudo mais, cabe a estes ensinar os mais velhos, já para não falar nas noticias que dá na televisão e por ai adiante. Mas o mais grave é ver menininhas/os universitários e falharem redondamente numa questão básica destas...

E é aqui que a meu ver entra a culpa... maioritariamente dos pais. Eu lembro-me de ouvir a minha mãe dizer, quando ela ou outra colega se portavam mal, era reguadas nas mãos, ou com uma cana da índia pela cabeça e não havia cá paizinhos a irem a escola reclamar.

Ignorem a data, no entanto achei a imagem excelente para o caso.

Hoje? os miúdos na escola mais parecem animais selvagem no seu habitat, as funcionárias/professores só querem é estar no facebook e  vigiar as criancinhas nada. Existe algum problema na escola com o nosso filho, nós vamos lá e explicamos a situação a directora de turma... qual a resposta que recebemos? São crianças, é a brincar, não se pode levar a serio.

Mas a dada altura, o que é a brincar, não é de facto e começa a saturar e que vai desencadear uma reacção violenta num aluno que até era calmo, o que acontece? A directora de turma marca falta ou falta disciplinar e manda chamar o encarregado de educação.

Ai veja lá o que se passa em casa, o aluno anda agitado, nervoso, desatento e pardais ao ninho. Está tudo bem em casa, algum problema?

Qual é a vontade de responder? E puxar a má educação, mandar a senhora ir apanhar grilos e gozar com a casa do trabalho! É que o pior de tudo, é nós pais percebermos que algo está errado, chamar-mos atenção e o professor distorcer tudo e desvalorizar. 

Nós dizemos, seria melhor marcar uma reunião com o encarregado de educação do outro aluno, o pai ou mãe deve ter uma conversa adequada com o mesmo e bla bla bla, alguém faz caso? Não! Porquê? Porque são coisas de crianças... mas só para alguns.

Ora vejamos, já chamei a atenção a D.T do meu filho atenção umas 3 vezes devido ao comportamento de um trio de alunos. Segundo a professora é uma brincadeira em que o meu filho não pode levar a mal. E eu disse, é uma brincadeira quando todos a aceitam essa brincadeira, agora quando um não aceita, então deixa de ser. 
Se eu lhe tirar o seu lenço, caderno ou o que seja, você vai pedir, eu não entrego passo a outro pai e para nós é uma brincadeira, mas para si já deixou de o ser, conseguiu perceber o que estou a dizer-lhe? Ou ainda não? 

Isso vai para a questão de esses mesmos três alunos, batem, chamam nomes e não existe qualquer problema. Numa das vezes em que o aluno chamou filho da p... ao meu miúdo, ele não teve meias nem boas, e respondeu, filho da p... és tu. Resultado? Falta de comportamento, ocorrência e recado na caderneta.

Custa ver que o brilho e entusiasmo do meu miúdo pela escola nova [passou para a preparatória e era tudo uma novidade] começou apagar, ele já não vem feliz, já não vem a sorrir e entusiasmado. Vem triste, abatido e cansado. O interesse nas aulas diminuiu e ir para a escola já começa a ser um castigo. 

É aqui que eu pergunto. Espanto-me na escola, armo um pé de vento, ou faço uma espera aos miúdos? Porque estamos num mundo onde os pais não dão educação e os professores simplesmente não querem saber! Será preciso o meu miúdo rebentar, acontecer algo mais grave para que alguém faça caso? Nós deviamos educar as crianças para o futuro, mas elas parecem nada mais nada menos que animais selvagens!

Ainda hoje, foi a papelaria perto da escola, aproveitei para comprar umas gomas, entrou um grupo de miúdas que pareciam umas hienas autenticas, eu a tentar fazer o pedido, e não ouvia a mulher que me atendia com esta não me ouvia a mim.

De forma educada, virei para elas e disse: Olhem desculpem lá, poderiam falar um pouco mais baixo? É que estou a tentar ouvir o que a senhora está a dizer e não consigo.

É verdade que nenhuma me respondeu e sorte delas, porque como ando acho que ela teria engolido os dentes. [não sei se é das hormonas se não, mas as vezes bate assim uma coisa estranha, ou choro, ou uma tristeza profunda, ou simplesmente uma raiva sem explicação.] No entanto, umas fedelha, que nem gente é ainda ficou com cara de mongolóide a olhar para mim, com aquele arzinho de desafio, a infeliz ainda se devia de achar dona e senhora da razão, só pode. E o mais estúpido é que a funcionaria, sendo ela a dono do estabelecimento nem ordem tentou meter. Tipo, não estão no intervalo, estão num estabelecimento há que se portar com tal. 

Pergunto-me se quando vão jantar com os pais a um restaurante, se fazem tamanho sarrabulho lá dentro. Bem, provavelmente, do que já vi... sejam miúdos ou graúdos, não existe um pingo de educação em ninguém. 

E os pais são os culpados, o governo é o culpado assim como as escolas! Preocupamo-nos em levar as criancinhas a concertos, faltando se for preciso a 3 dias de aulas, tudo para garantir o legar da frente. Preocupamo-nos com o futebol e até a andar a chapada porque discordamos de algo sem sentido. Eu vejo como é que algumas das minhas "amigas" no facebook se doem quando jogam o Porto/Sporting/Benfica. É uma tristeza pegada! É boquinhas foleiras a torto e a direito. Eu "sou" benfiquista, quando perde brinco com isso, quando ganha festejo. Mas dai a levar seja o que for a peito? São 11 idiotas a correrem atrás de uma bola, que ganham o que eu nunca ganharei na vida. Eles nunca me pagam uma carcaça com manteiga, nunca me pagaram uma factura da luz, e eu vou-me chatear por um jogo que é certo e sabido, está mais do que combinado se ganham ou perdem?

Manifestações não juntam tanta gente como um jogo de futebol, ou um concerto. Olha juntar-se a população, desde uma simples empregada de limpeza a um agente da PSP, um bombeiro e fazer barulho pelos nossos direitos? Direito à saúde [fiquei chocada ao saber que para fazer uma analise ao sangue para despiste das trissomias é quase 400euros! UMA VERGONHA!], à educação, manuais com material e não estas vergonhas que as escolas/editoras insistem em chamar de manuais que não trazem matéria NENHUMA. 

Nós pagamos impostos para tanta treta, pagamos tantas, mas tanta coisa e estamos na merda. O ordenado mínimo é uma anedota! Pagamos a renda da casa e a agua e chapéu! Ficamos a dever a luz, gás e comemos gotas de orvalho! 

Mas não... vamos antes falar ali da vizinha, vai de férias... comprou um carro novo, ou não tem dinheiro mas tem para o tabaco. Oh minha gente eu quero é que a vizinha se fod@! Eu quero é um país onde respeitem os meus esforços, onde respeitem o meu filho, onde respeitem os nossos direitos! E para isso, há que respeitar também os nossos deveres! 





E os nossos deveres são simples! Não é preciso dois dedos de testa para saber. Há que respeitar, seja o vizinho, seja o gato, cão, seja uma plana, seja o nosso planeta. Há que lutar pelo que realmente interessa, não por um jogo/concerto ou o canário em cuecas.  

Vamos educar os nossos filhos, mostrar-lhes o que realmente tem valor e prepara-los para um futuro decente e não para uma guerra. Ensinar a partilhar, não a cobiçar. Ensinar para que eles sejam alguém, de preferência felizes e realizados sem ter de rebaixar ninguém! Assim como a respeitarem-se a eles mesmos.

Porque juro é cada coisa que se vê que chega assustar.

No wattpad por exemplo, uma plataforma onde escritores ou "amostras" de escritores, publicam as suas histórias. Portugal não aderiu muito a isso, pelo menos ainda vejo muito poucos por lá. No entanto os brasileiros lideram lá. Existe histórias maravilhosas, contudo há alguma coisa de muito errado com a cabeça desta gente, romantizam a violação. Uma jovem que é violada apaixona-se pelo violador... e felizes para sempre. Ou então uma relacionamento abusivo como sendo algo perfeitamente normal! Relacionamentos [cariz sexual] entre pai e filha, menores [12/13 anos] numa vida sexual com um homem ou vários com idades para serem avôs dela. E isto de "escritores" jovens, de idades compreendidas entre os 12 - 16 anos. Não é normal! E alguém precisa de explicar não só lá, mas cá também o que é abusivo, o que é respeitarem-se, o que é bullying para com os outros. Porque juro existe com cada história, que eu juro que muitas dessas crianças, porque para mim são crianças, precisam de tratamento psiquiátrico porque aquelas cabecinhas não estão sãs de todo.

Sinceramente? Eu tenho medo do futuro que ai vem, destas "crianças" que não estão a ser educadas, que não sabem o que é brincar de verdade, e que acham que massacrar psicologicamente um colega é brincar. E o mais grave, é ninguém, nenhum adulto meter mão e travar isto. 

O ser humano pode enganar-se o quanto quiser, mas de uma coisa tenho a certeza, nós não estamos a evoluir, não somos cada vez mais inteligentes. Somos pobres por mais ouro que a gente tenha, nós somos muito pobres. 

E pronto...


Não falam nem nos atacam... vai que a estupidez humana é contagiosa e mortal para os aliens? 

Mas aqui entre nós? Podem vir-me buscar, tragam uma nave grande o suficiente para a minha família [4 pessoas - uma a caminho - e inclui 4 gatos e 1 cão]

Vamos rir para não chorar, não é?

Bem, acho que já desabafei tudo.... ou quase tudo. Sei lá, apenas sei que para melhor é que não irá ficar.

E agora vou ler! Aproveitar que a minha cria mais velha já dorme e a cria mais nova está quietinha na barriga.

terça-feira, fevereiro 06, 2018

A Verdade sobre Lorde Stoneville de Sabrina Jeffries

A Verdade Sobre Lorde Stoneville 
Topseller 
352 pp.
17,69€


Quando o passado esconde segredos terríveis, será possível encontrar a felicidade no futuro?
Lorde Stoneville tem tudo na vida.
Falta-lhe apenas uma coisa: casar.

Hester, avó de Oliver, ou Lorde Stoneville, está a perder a paciência com os seus cinco netos. Não têm qualquer disciplina e não são dignos de herdar a sua vasta fortuna. Por isso, institui um ultimato a todos eles: ou casam até ao final do ano, ou serão deserdados. Mas Oliver não quer casar, pois guarda um segredo terrível, que não pode partilhar com ninguém.
Maria Butterfield é uma americana em busca do seu noivo, que desapareceu.
Maria é herdeira de uma poderosa empresa fundada pelo pai e precisa de se casar para poder tomar posse do que lhe pertence. Farta de esperar, parte para Inglaterra para saber o que aconteceu ao seu prometido, que interrompeu a correspondência que mantinham.
Irão ambos encontrar aquilo que procuram? Ou descobrirão algo diferente?
Oliver e Maria encontram-se por mero acaso e chegam a um acordo. Ela, uma americana católica, fará o papel de noiva de Oliver, pelo que certamente a avó desistirá do seu desafio por considerá-la desapropriada para casar com o neto. Ele, por sua vez, usará os seus recursos para ajudar Maria a encontrar o noivo.

Será que esta farsa se transformará em realidade?
E irá o segredo de Oliver impedi-los de serem felizes?


Sabrina Jeffries é uma autora norte-americana bestseller do New York Times que já conta com mais de 50 romances e contos publicados.
Com cerca de 9 milhões de livros impressos em mais de 20 línguas, estreia-se agora em Portugal com A Verdade Sobre Lorde Stoneville.


Sobre a autora:
Sabrina Jeffries é uma autora norte-americana bestseller do New York Times que já conta com mais de 50 romances e contos publicados.
Com cerca de 9 milhões de livros impressos em mais de 20 línguas, estreia-se agora em Portugal com A Verdade Sobre Lorde Stoneville.
Quando não está a escrever ou a dar palestras pelos Estados Unidos, gosta de viajar com o marido e com o filho. Também adora puzzles, chocolate e música.
Tem a esperança de que, um dia, um dos seus livros possa vir a salvar o mundo.

Procura-se Homem (sem Compromisso) de Melissa Pimentel

Procura-se Homem (sem Compromisso) 
Topseller 
17,69€
320 pp.

Sexo sem compromisso e sem desgostos, por favor!
Lauren é americana e está em Londres à procura de aventuras… coloridas. Ela não quer namoros nem anel no dedo, só noites de diversão. Mas porque é que os homens não acreditam?
Para perceber melhor a mente masculina, Lauren transforma a sua vida amorosa numa experiência científica. Assim, decide todos os meses seguir um guia de relacionamentos diferente e cumprir as regras à risca, anotando os brilhantes (ou medonhos) resultados de cada experiência.
No entanto, atrair um homem é mais difícil do que simplesmente deslizar para a direita no Tinder — principalmente quando a graciosidade não é o seu forte. E é assim que, colocando-se em situações inesperadamente cómicas, Lauren vai descobrir que quem brinca com o fogo, queima-se.
Um romance bem-humorado que fará as delícias dos fãs de O Diário de Bridget Jones, da série Girls e ainda de O Sexo e a Cidade.


Cansada dos homens assumirem que quereria logo casar e ter filhos, Melissa Pimentel tomou a decisão de tornar a sua vida amorosa numa experiência sociológica. Decidiu seguir vários guias de relacionamento e contar toda a experiência num blogue. Ao fim de 4 meses e 4 livros, tinha escrito 42 posts e ido a 23 encontros. Toda essa odisseia inspirou a história de Lauren e este Procura-se Homem (sem Compromisso).

«Um ESTRONDO! Uma leitura divertida e completamente envolvente.» — Marian Keyes, autora bestseller
«O relato vibrante de Melissa Pimentel apela a qualquer mulher que já sofreu com os dilemas do engate. Engenhoso e divertido, Procura-se Homem (sem Compromisso) dá uma reviravolta às velhas histórias sobre relacionamentos amorosos e apela às novas gerações.» — Booklist
 
 
Sobre a autora:
 
Melissa Pimentel cresceu nos Estados Unidos, numa pequena cidade em Massachusetts.
Aos 22 anos mudou-se para Londres, onde fez um mestrado em Literatura Moderna na University College.
Atualmente, além da escrita, Melissa Pimentel trabalha em edição e gosta de passar o seu tempo a ler em pubs londrinos, acompanhada do seu marido.

Uma Biblioteca da Literatura Universal de Hermann Hesse

Uma Biblioteca da Literatura Universal, de Hermann Hesse 
Ed. Cavalo de Ferro 
 112 pp 
 14,39€
 Os livros são fonte de satisfação, de alegrias e de conhecimento, enriquecendo a nossa vida e aumentando o valor da nossa existência. Mas quantos de nós já não nos sentimos perdidos nessa floresta densa e por vezes hostil que é o mundo dos livros e da literatura? O que ler? Como encontrar o livro que secretamente procuramos?

Hermann Hesse, escritor amado por gerações de leitores, guia-nos neste conjunto de textos fundamentais pela floresta de papel da literatura, introduzindo-nos à «magia do livro»: explica e ilustra com clareza o que significa encontrar um livro — acontecimento que pode ser tão ou mais importante do que o encontro com outra pessoa; ajuda-nos de forma simples e precisa no passo mais delicado e fundamental: a criação da nossa própria biblioteca; sugere-nos livros incontornáveis e explica-nos porque devemos travar conhecimento com eles; reflete de forma atualíssima sobre o universo da leitura e da escrita.
Um livro fundamental, inédito em português, para todos os leitores que pretendam iniciar ou aprofundar o seu conhecimento na arte subtil da leitura.

A verdadeira cultura não é aquela que almeja um determinado objectivo mas sim aquela que, como acontece em qualquer procura da perfeição, tem o seu próprio significado ínsito . (...) Entre as vias que conduzem a esta cultura, uma das mais importantes é o estudo da literatura universal, o adquirir, pouco a pouco, familiaridade com o imenso tesouro de pensamentos, experiências, símbolos, fantasias e miragens que o passado nos deixou em herança nas obras dos poetas e dos filósofos de muitas nações. Esta via é interminável, ninguém a poderá alguma vez percorrer até ao fim, ninguém conseguiria esgotar o estudo e o conhecimento da inteira literatura de um único povo civilizado, para não falarmos daquela da humanidade inteira.

Porém, por outro lado, cada nosso ingresso inteligente na obra de um grande poeta ou de um importante filósofo é uma experiência feliz e satisfatória, que acrescenta em nós não uma soma de noções mortas mas antes a nossa consciência viva e a nossa compreensão. Aquilo que nos deve importar não é termos lido e conhecer o mais possível mas sim, através de uma escolha livre e pessoal de obras-primas às quais nos dedicaremos plenamente nas nossas horas livres, fazermos uma ideia da grandeza e da abundância daquilo que o homem pensou e desejou, e de nos situarmos numa relação de vivificante conformidade com a soma das coisas, com a vida e com o pulsar da humanidade. Este é, no fundo, o significado de toda a existência que não se limita à pura necessidade material. A leitura não deve, de modo algum, «distrair-nos» mas sim concentrar-nos; não nos deve fazer esquecer uma vida sem sentido, nem aturdir-nos com uma consolação ilusória, antes devendo, pelo contrário, contribuir para dar à nossa vida um significado sempre mais elevado e mais pleno. in Uma Biblioteca da Literatura Universal (pp. 9 e 10)    


SOBRE O AUTOR
Hermann Hesse (1877–1962), prémio Nobel em 1946, é considerado um dos escritores de língua alemã mais influentes da história da literatura. A sua obra inclui romances célebres, como Peter Camenzind, Demian, Siddhartha, O Lobo das Estepes ou O Jogo das Contas de Vidro, volumes de contos e ensaios sobre arte e literatura. Os seus livros estão traduzidos em mais de 30 idiomas.

Agora e para Sempre de Jenny Han

Agora e para Sempre 

Topseller 
15,98€
272 pp.


Lara Jean atravessa um dos momentos mais emocionantes da sua vida. O namoro com Peter está cada vez mais intenso, o baile de finalistas está à porta, o pai vai voltar a casar e a sua irmã mais velha, Margot, vem passar o verão a casa.
Ainda assim, apesar de tanta coisa estar a acontecer ao mesmo tempo, chegou o momento de escolher uma universidade… e Lara só pensa em frequentar a melhor!
Só que entre organizar o casamento do pai e os preparativos para o baile de finalistas, o tempo escasseia e Lara sente-se algo perdida. Deverá deixar a família e o seu grande amor para trás ou apostar tudo no seu futuro?
Quando o coração e a razão nos indicam direções diferentes, qual dos dois devemos seguir?





Depois de A Todos os Rapazes que Amei e P.S. Ainda Te Amo, chega finalmente o desfecho desta emocionante trilogia. Em Agora e para Sempre, Lara Jean vai ter de tomar uma decisão difícil e escolher entre a família e uma carreia promissora.
Agora e para Sempre foi finalista do Goodreads Choice Awards 2017, na categoria de Melhor Romance Young Adult.
O primeiro livro, que dá nome à trilogia – A Todos os Rapazes que Amei – está a ser adaptado ao cinema.
E o dia dos namorados está quase a chegar....
 
Jenny Han nasceu e cresceu na costa leste dos Estados Unidos da América. Estudou na Universidade da Carolina do Norte e fez um mestrado em Escrita para Crianças em Nova Iorque, onde mora atualmente.
Se pudesse escolher um emprego, Jenny Han gostaria de ser ajudante do Pai Natal, provadora de gelados ou a melhor amiga da Oprah, entre outras coisas perfeitamente vulgares. Tem uma predileção por meias até ao joelho e come qualquer sobremesa, desde que seja de maracujá.
Com seguidores em todo o mundo, Jenny Han é uma autora bestseller, e o seu livro A Todos os Rapazes que Amei (ed. Topseller, 2014) está a ser adaptado ao cinema.
 

Tempestade de Marina Perezagua

Tempestade, de Marina Perezagua 
Ed. Elsinore 
240 pp
17,69€

Literatura de alto risco, inquietante, que põe ombro a ombro ideias hipnóticas, terríficas, resoluções devastadoras e momentos de uma beleza estranha e desarmante, os contos de Marina Perezagua, reunidos neste volume inédito, são pequenas explosões literárias.
Misturando o insólito, a violência, a beleza, a esperança, a crueldade e o desespero, apresentam, tão dura como ela é, a parte negra da experiência humana, sem limar arestas ou evitar faúlhas, mas também sem negar a possibilidade de redenção, o reencontro e o amor. Tradução rigorosa e de qualidade assinada por Guilherme Pires.

Os vestidos, pesados de tanta agua que absorveram,arrastam para o fundo a infeliz mulher, e a morte interrompe o seu canto dulcissimo. «Matei-a», temo. A bela Helena jaz sobre a mesa do jardim. As aguas abriram-se a minha passagem. Estou vivo e seco. De uma vela cai uma pequena gota que arrefece sobre a sua palpebra. A tempestade acalmou-se, e oico um aplauso definitivo e profundo como um ultimo adeus. — in A Tempestade (pp. 21)

SOBRE A AUTORA
Marina Perezagua é uma escritora espanhola, nascida em Sevilha em 1978. Tem sido elogiada por leitores e críticos pela sua escrita extremamente visual e desconcertante, que a tornou uma voz única na literatura espanhola contemporânea. Tendo publicado inicialmente os livros de contos Criaturas Abisales (2011) e Leche (2013), foi o seu primeiro romance, Yoro, de 2015, que a converteu numa figura consensual entre a crítica. Os seus contos foram publicados em diversas revistas literárias, como Electric Literature, Granta (espanhola e britânica) ou Maaboret (em hebraico). É licenciada em História da Arte e doutorada em Filologia. Vive em Nova Iorque, onde ensina Espanhol na New York University e noutras instituições. É praticante de mergulho livre e, em 2015, percorreu a nado o Estreito de Gibraltar em menos de quatro horas.

Desaparecido: No Rasto de Billy de C. L. Taylor

Desaparecido: No Rasto de Billy 
Topseller 
18,79€ 
352 pp.

Quando Billy Wilkinson, um adolescente de 15 anos, desaparece a meio da noite, Claire, a sua mãe, culpa-se pelo que aconteceu. Mas não é a única a fazê-lo. Todos os membros da família se sentem culpados.
O facto é que os Wilkinsons estão tão acostumados a guardar segredos entre si, que a verdade só começa a vir ao de cima seis meses depois. E uma coisa é certa: alguém sabe o que aconteceu a Billy.
Claire acredita desesperadamente que o filho ainda está vivo e convence-se de que a família e os amigos não têm qualquer relação com o seu desaparecimento.
E o instinto de uma mãe nunca falha… Ou falhará? 


Depois do sucesso Em Fuga, publicado no ano passado, a Topseller volta a trazer aos leitores portugueses uma história inquietante sobre um casal em busca do seu filho desaparecido. 

«Um drama familiar emocionalmente duro, com cada incidente a reforçar a ideia de que estamos perante uma família disfuncional, rodeada de mentiras.» — Publishers Weekly
«Este thriller repleto de reviravoltas sobre um adolescente desaparecido vai mantê-lo acordado a noite inteira.» — Heat
«Além de criar um clima repleto de suspense, Taylor explora o modo como uma tragédia afeta diferentemente cada membro da família.» — Booklist
«Desaparecido cria uma sensação de mau pressentimento logo desde o início, atraindo-nos para o coração de uma família com terríveis segredos e fazendo-nos esperar ansiosamente pela angustiante reviravolta final. Adorei.» — 
Fiona Barton, autora bestseller internacional
 
 
 
 Sobre a autora:
C. L. Taylor é autora bestseller do Sunday Times, especializada em hrillers psicológicos. Os seus livros venderam para cima de um milhão de exemplares, tendo já sido traduzidos em mais de 20 línguas.
Nasceu em Worcester, no Reino Unido, e formou-se em Psicologia pela Universidade de Northumbria.
Dedica-se, desde 2014, à escrita a tempo inteiro. Atualmente vive em Bristol, com o companheiro e o filho.