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sábado, março 17, 2018

Tudo Bem Aí em Baixo? de Dr. Oliver Gralla

Tudo Bem Aí em Baixo? 
Vogais 
208 pp 
15,98€

Este livro não é só para homens. Também as mulheres poderão aprender muito. Afinal, o que se passa na cabeça deles nem sempre é tão simples quanto parece.
Enquanto para as mulheres uma ida ao ginecologista já se tornou uma rotina, os homens ainda sentem alguma vergonha em consultar um especialista quando precisam de uma vistoria ao «andar de baixo». Foi a pensar neles que o Dr. Oliver Gralla escreveu Tudo Bem Aí em Baixo?, numa tentativa de combater a ignorância, prevenir experiências de autocura e fazer esquecer inibições. Num tom descontraído, o autor aborda assuntos como a infertilidade, a disfunção erétil, a ejaculação precoce, os níveis de testosterona e a contraceção, explicando-os de forma clara e com bases científicas. 
Tudo Bem Aí em Baixo? não é o típico guia médico com receitas, mas sim um manual explicativo e divertido, apelando a curiosos e a todos os que não se sentem à vontade para procurar um especialista. Além de conselhos médicos, o Dr. Gralla oferece uma grande dose de humor, ao relatar uma série de episódios anedóticos passados no seu consultório.

 «Pegamos nele todos os dias — nós, os homens, pelo menos. Diariamente. Várias vezes por dia. Ao longo de anos, dezenas de anos. Não se pode dizer que seja muito bonito quando está pendurado lá em baixo, adormecido e enrugado. Como um velho salsicha que desce desajeitadamente as escadas. Ou como um pepino biológico que ficou esquecido atrás das cenouras, na gaveta dos legumes, dentro do frigorífico. Mas tudo muda quando o pénis se torna uma cenoura rija. Uma boa ereção fez desde sempre mover o mundo e foi capaz de inspirar as artes, provocar guerras e iniciar e destruir relacionamentos amorosos. A minha profissão traz consigo a capacidade de garantir, dentro de limites, a magnificência e a nobreza deste belo instrumento. Já para não falar da compreensão mútua, porque é para mim surpreendente que a relação de muitos homens com a sua melhor parte oscile entre a benevolência amável e o mais completo desinteresse. Se tudo funcionar, está tudo OK. Se não funcionar, então temos um problema.» (pp. 13)


CAPÍTULO UM
O Pénis, Esse Desconhecido
«O meu não é lá muito comprido, mas é fino que se farta…»; Porque é que o pénis é um pénis? ; O soldado com o capacete cor-de-rosa;  O prepúcio e o frénulo: uma tolice;  Doenças sexualmente transmissíveis; O meu pénis é uma cimitarra?

CAPÍTULO DOIS
A Próstata: A Dádiva das Segundas-feiras do Nosso Querido Deus
As alterações na micção; Quanto mais velho, melhor? As queixas relacionadas com a próstata e a idade; A síndrome de dor pélvica crónica ; O cancro da próstata.

CAPÍTULO TRÊS
A Urologia da Mulher
Don’t worry, pee happy ; Inflamações na bexiga: causas e tratamentos; O pior cenário possível: as cistites cronicamente recorrente; Evitar as inflamações da bexiga; Inflamação não há, mas as queixas continuam.

CAPÍTULO QUATRO
Querer Filhos Sem Poder Tê-los.
Causas e possibilidades terapêuticas.

CAPÍTULO CINCO
Contraceção Masculina: Tudo Igual, Tudo Diferente.

CAPÍTULO SEIS
Pendurados: Perturbações da Ereção
Pendurados por quatro motivos; Pôr de novo o carrinho a rolar

CAPÍTULO SETE
Ejaculação Precoce e o que se Pode Fazer contra Ela

CAPÍTULO OITO
Testosterona: A Super-hormona

CAPÍTULO NOVE
Coisas que em Caso Algum Pertencem aos Orifícios do Corpo
 
Dr. Oliver Gralla nasceu em 1972 e licenciou-se na Universidade de Bochum e Göttingen, na Alemanha. Passou um ano a fazer investigação em Harvard e exerce medicina como urologista desde 1999. Até 2007, trabalhou como especialista em medicina reprodutiva no Hospital Charité de Berlim, e recebeu a alcunha de «cegonha de Berlim», pelo trabalho realizado no âmbito da infertilidade masculina. Mudou-se depois para Colónia, onde abriu um consultório de urologia para casais, mas ainda se depara diariamente com o constrangimento generalizado dos pacientes masculinos («É a primeira vez que venho a um urologista!») e com as informações erróneas que circulam nas redes sociais. 

Batman - Vigilante Noturno de Marie Lu

Os noturnos aterrorizam Gotham City
Alguns milionários da cidade foram assassinados dentro das suas mansões, e as suas fortunas simplesmente desapareceram. Os responsáveis formam uma organização muito bem preparada que diz lutar contra a injustiça e a corrupção dos poderosos. Deles só se conhece o nome, Noturnos.
Bruce Wayne é o próximo da lista
Enquanto isso, Bruce está prestes a fazer dezoito anos e a herdar a fortuna da família, bem como as chaves das Indústrias Wayne e todos os seus fantásticos dispositivos tecnológicos. Mas, na noite do seu aniversário, um ato impulsivo condena-o a prestar serviço comunitário no Asilo Arkham, a infame prisão onde se encontram os piores criminosos da cidade.
Madeleine, uma assassina letal
O prisioneiro mais interessante de Arkham é Madeleine, uma rapariga brilhante com ligações aos Noturnos. Para chegar até eles e evitar ser o próximo alvo, Bruce tem de convencê-la a falar. Mas será que Madeleine confia mesmo em Bruce? Estará ela a divulgar os seus segredos ou a recolher dele a informação de que precisa para destruir Gotham City?


Neste segundo livro da série DC Icons, o protagonista é uma das personagens mais populares do universo de super-heróis, já com várias adaptações ao cinema.
Antes de ser Batman, ele era Bruce Wayne: um rapaz impetuoso e disposto a tudo por uma rapariga que pode ser o seu pior inimigo.
 
 
 
Sobre a autora:
Marie Lu é licenciada pela Universidade do Sul da Califórnia. Iniciou a sua carreira na indústria dos videojogos, onde trabalhou como diretora artística.
Hoje, dedica-se à escrita a tempo inteiro e é autora de várias séries de grande sucesso, como Warcross e The Young Elites, bestsellers do New York Times, e de livros de êxito internacional, como Legend e Prodigy (Edições Asa).
Nas horas vagas, lê, desenha e diverte-se a jogar. Mora em Los Angeles com o marido e o cão.

Quetzal Editores | Newsletter de março


O Tempo das Violetas de Sarah Jio

Sinopse:
Entre violetas e um diário secreto, o amor pode renascer.
Uma mulher sem rumo regressa à ilha da sua infância à procura de redenção, e aí encontra um diário da década de 40, que lhe desvenda a dolorosa história de um amor atraiçoado que marcou durante décadas os habitantes da ilha.

Aos 20 anos, Emily estava nos píncaros. Escritora de sucesso e casada com um homem de capa de revista, o futuro parecia-lhe auspicioso.
Dez anos depois, a sua sorte deu uma reviravolta. Desanimada por um súbito bloqueio criativo e a recuperar de um divórcio, Emily é convidada pela sua tia-avó Bee a passar um mês na idílica ilha de Bainbridge. Talvez o regresso às memórias da sua infância e o poder do mar sejam a cura perfeita para o seu coração partido.
Enquanto procura material para o próximo livro, Emily encontra um diário de 1943 que lhe revela a história trágica de uma das habitantes da ilha. A pouco e pouco, ela percebe que esta história está estranhamente ligada a si e que há um mistério à sua espera para ser desvendado… Um mistério que esperou décadas pela sua chegada.
Um romance sobre amores que resistem ao tempo, ao desgosto e à distância… mesmo quando tudo parece estar perdido.



Melhor Livro do Ano para o Library Journal

«Combina-se romance, história e um mistério, e o que se obtém? O Tempo das Violetas, que nos mostra que o passado volta sempre, reservando algumas surpresas.» — Jodi Picoult, autora bestseller

«Uma história encantadora sobre amor e traição, e a descoberta de um diário que liga misteriosamente o passado ao presente. O Tempo das Violetas é uma leitura deliciosa.» — Beth Hoffman, autora bestseller do New York Times
 
 
Sobre a autora:
Sarah Jio é uma jornalista norte-americana e autora bestseller do USA Today e do New York Times, publicada em mais de 25 países.
Foi colunista da revista Glamour, e trabalhou como jornalista para várias publicações como o New York Times, Redbook, Oprah Magazine, Marie Claire, entre outras.
Sarah vive em Seattle com o marido, três filhos e Paisley, um golden retriever.

A Campanha do Argus de Alan Villiers


A Rapariga Alemã de Armando Lucas Correa

Com o aproximar da guerra, a vida da jovem alemã Hannah Rosenthal mudou
Em 1939, as ruas de Berlim estão decoradas com bandeiras vermelhas, pretas e brancas. Pelas ruas andam «ogres», vestidos com uniformes castanhos.
O pai de Hannah parece mais diminuído a cada dia. E a sua mãe vive sempre com medo. É quando decidem fugir da Alemanha a bordo do navio St. Louis, com destino a Cuba, que lhes dará asilo.

Cerca de 70 anos depois, em Nova Iorque, Anna Rosen recebe uma encomenda
No dia do seu 12.º aniversário, chegam às mãos de Anna fotografias de família do pai, Louis, um cubano que nunca conheceu. O nome da remetente é Hannah, e o pacote vem de Cuba. Louis morrera nas Torres Gémeas a 11 de setembro de 2001, pouco antes de Anna nascer.

Qual será a relação entre ambas?
Decididas a desvendar os mistérios do homem das suas vidas, Anna e a mãe viajam até Cuba para conhecerem Hannah, que as espera. Conseguirão todas encontrar as respostas que procuram?



Em maio de 1939, o transatlântico St. Louis partiu de Hamburgo, na Alemanha, com destino a Havana, Cuba. Nele fugiam 937 passageiros, a larga maioria refugiados judeus alemães.
Apenas 28 foram autorizados a desembarcar em Cuba e o navio teve de regressar à Alemanha, levando muitos dos refugiados a sofrerem os horrores dos campos de concentração.
De Berlim, nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, a Cuba, à beira da Revolução; da Nova Iorque pós-11 de Setembro à Havana da atualidade, esta história real mostra-nos toda a força e determinação de gerações de exilados, ainda e sempre à procura do seu lugar no mundo.

«Poderoso e comovente. Ajuda a esclarecer um dos momentos mais duros da história do Holocausto.» Kirkus Reviews

«Brilhante.» Thomas Keneally — autor de A Lista de Schindler

«Dei por mim a não conseguir pousar o livro. Identifiquei-me com o que os meus pais devem ter sentido na Alemanha e depois no St. Louis. Uma história belíssima e de partir o coração.» 
Judith (Koeppel) Steel — Sobrevivente do St. Louis

«Profundo e tocante. Este romance foi pessoal para mim, especialmente por ser contado do ponto de vista de uma menina num navio, tal como eu fui.» ~
Ana Maria (Karman) Gordon – Sobrevivente do St. Louis 
 
 
Sobre
Armando Lucas Correa é jornalista, autor e editor da People en Español, a revista em língua espanhola mais vendida dos Estados Unidos. Venceu vários prémios da National Association of Hispanic Publications e da Society of Professional Journalism.
A Rapariga Alemã é o seu primeiro romance.