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terça-feira, maio 03, 2016

Extremo Ocidental de Paulo Moura [ELSINORE]

Extremo Ocidental
Uma viagem de moto pela Costa Portuguesa, de Caminha a Monte Gordo
de Paulo Moura

Edição/reimpressão:2016
Páginas: 320
Editor: Elsinore
ISBN: 9789898839367

Sinopse

«Esta viagem é assim. Necessita de enredos, como combustível. Perder tempo com as histórias que vou encontrando não atrasa a viagem - dá-lhe movimento.»
Percorrer a costa portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, é uma das mais belas viagens que se pode fazer na Europa.
Há muitas formas de cruzar essa orla magnífica, incrivelmente variada e harmoniosa. Esta é uma jornada de repórter. Uma narrativa que inclui as estradas, as paisagens, as praias, as cidades, mas também as pessoas, as histórias.
Um casino numa aldeia, uma capela que desapareceu misteriosamente, a última noite de uma discoteca de praia, um parque de campismo proibido a campistas, uma comunidade de amor livre, um homem que vive sozinho numa ilha, um pescador que comunica com os peixes.
O que se pode descobrir quando, com uma moto, uma tenda e todo um Verão pela frente, mergulhamos no mundo da beiramar portuguesa?
Este livro é uma colecção de achados de viagem. Formas de vida, sombras do passado, pequenas utopias redentoras. Pode ser lido como um guia das praias e dos caminhos, um diário de aventura, ou um ensaio sobre a identidade portuguesa.




Uma moto, uma tenda e um bloco de notas. Este foi o ponto de partida para a viagem que o premiado o  jornalista Paulo Moura realizou ao longo da nossa costa portuguesa. De Caminha a Monte Gordo, é possível viajar quase sempre à beira-mar. São mais de mil quilómetros de uma viagem prodigiosa e inesquecível.
Extremo Ocidental é o primeiro livro de Paulo Moura editado na Elsinore, chancela literária do Grupo 20l20 Editora. Em outubro, a Elsinore publicará o segundo livro do premiado jornalista.
Extremo Ocidental – Uma viagem de moto pela costa portuguesa de Caminha a Monte Gordo - aborda a costa ocidental portuguesa como elemento fundador da identidade portuguesa, apresentando histórias interessantes e incomuns. Será, no fundo, um livro de viagens que apresentará a importância da nossa costa para o país e o mundo através de um ensaio em forma de jornalismo literário.


Paulo Moura é um escritor e repórter freelance português, nascido no Porto em 1959. Estudou História e Jornalismo e, durante 23 anos, foi jornalista do Público, diário com que mantém uma colaboração regular. Exerceu funções de correspondente em Nova Iorque e de editor da revista Pública, e tem feito reportagens em zonas de crise por todo o mundo.

Fez a cobertura jornalística de conflitos no Kosovo, Afeganistão, Iraque, Chetchénia, Argélia, Angola, Caxemira, Mauritânia, Israel, Haiti,Turquia, China, Sudão, Egipto, Líbia e muitas outras regiões. Ganhou vários prémios (Gazeta, AMI - Assistência Médica Internacional, ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Clube Português de Imprensa, FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Comissão Europeia, UNESCO, Lettre Ulisses, Lorenzo Natali, etc.)

É professor de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e autor de seis livros, entre os quais a biografia de Otelo Saraiva de Carvalho e Passaporte para o Céu (edições Dom Quixote), um relato sobre a imigração ilegal de africanos para a Europa. Mantém um blogue de reportagens e crónicas intitulado Repórter à Solta, bem como o sítio paulomoura.net.

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

Vozes de Chernobyl de Svetlana Alexievich [Elsinore]

Vozes de Chernobyl
História de um desastre nuclear
de Svetlana Aleksievitch

Edição/reimpressão:2016
Páginas: 336
Editor: Elsinore
ISBN: 9789898831828

SINOPSE

A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa.

Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes.



Vozes de Chernobyl, a obra mais aclamada da Prémio Nobel de Literatura de 2015 Svetlana Alexievich e um dos títulos mais esperados de 2016, chega finalmente às livrarias no dia 26 de fevereiro e já com uma segunda edição a caminho fruto da procura do mercado.

Com prefácio do reconhecido jornalista Paulo Moura e tradução de Galina Mitrakhovich, Vozes de Chernoby é visto como o livro mais duro e impactante de Svetlana Alexievich. Trata-se da primeira obra a apresentar relatos pessoais do desastre de Chernobyl, através de monólogos de centenas de pessoas que viveram a tragédia nuclear de abril de 1986 direta ou indiretamente: desde cidadãos inocentes aos bombeiros chamados para limpar a zona do desastre, bem como membros do governo e forças do regime soviético que tentaram silenciar o ocorrido.

Esses relatos, que resultam de um trabalho jornalístico de fundo, não são uma mera citação contínua dos entrevistados, sendo antes transformados pela autora em textos apresentados na primeira pessoa. O livro narrado em três partes: «A Terra dos Mortos», «A Terra dos Vivos» e «Engolidos pela Tristeza», é aplaudido pela crítica.

ELOGIOS 

«A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nos, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph

«Terríveis e grotescas, as histórias de Vozes de Chernobyl acrescem página após página como a radiação alojada nos corpos dos sobreviventes.» - The New York Times

«Quão genuinamente humanas são estas histórias: cada voz expressa fúria, medo, ignorância, estoicidade, compaixão e amor. Alexievich pôs a sua saúde em risco para reunir estes inestimáveis testemunhos de quem viveu o desastre na linha da frente, transformados aqui numa obra literária essencial e assombrosa.» - Donna Seaman, Booklist

«Vozes de Chernobyl deixa queimaduras de radiação no cérebro dos seus leitores.» - Julian Barnes, The Guardian


terça-feira, novembro 03, 2015

Desmobilizados de Phil Klay [ELSINORE]

Elsinore 
304 pp 1
7,99€ 
à venda a 9 de novembro


Vencedor do National Book Award na categoria de ficção em 2014, Desmobilizados, de Phil Klay, é um conjunto de 12 contos que abrange a totalidade da experiência da guerra contemporânea pelos militares norte-americanos no Iraque e no Afeganistão. Tradução de Maria do Carmo Figueira. Capa com ilustração original de Lorde Mantraste.

São contos sobre a experiência da guerra sempre presente, mesmo quando já dela se saiu, e sobre quem a viveu, seja na linha da frente, de arma em punho, seja nos bastidores: soldados que ainda combatem no Iraque, combatentes entretanto desmobilizados que regressam aos EUA e vivem na alucinação permanente da guerra, administrativos no Iraque para quem a guerra é uma folha de Excel, e pouco mais, ou um capelão que tem de gerir as tentativas de confissão de um soldado (que se presume que matou uma criança à vista da própria família).

Desmobilizados é uma peça de literatura que, entre batalhas e mortes, monotonia e burocracia, isolamento e remorsos, ilustra o enorme abismo que há entre a guerra idealizada (que vemos no cinema e na televisão) e a guerra real. Transporta-nos para a linha da frente da guerra armada, mas igualmente para a luta diária das vidas de todos os que se ofereceram em serviço pela pátria. O que testemunharam, afinal, estes homens nos desertos do Médio Oriente?

«Não confio na minha memória. Lembro-me do veículo, retorcido e queimado e destruído. Como o Jenks. Não são histórias. São coisas. Corpos. As pessoas mentem. As memórias mentem.»


«Extraordinariamente poderoso. […] Procuram o Tim O’Brien ou o Joseph Heller ou o Erich Maria Remarque da nossa incursão pelo Iraque? Missão cumprida.», The Washington Post

«A melhor obra literária escrita até hoje por um veterano das guerras recentes travadas pelos Estados Unidos. A prosa de Klay revela todas as falsidades e ilusões no encontro entre veteranos e as pessoas por quem eles alegadamente combateram.», The New Yorker

«O melhor livro já escrito sobre o que a guerra faz à alma das pessoas.», The New York Times Book Review


SOBRE PHIL KLAY

Phil Klay Nasceu em 1983. Licenciou-se no prestigiado Dartmouth College e é veterano do Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos, tendo servido no Iraque entre 2007 e 2008. Depois de ser desmobilizado, enveredou pelo estudo da escrita criativa.

O primeiro conto, «Fim de Missão», foi originalmente publicado na revista Granta, o que lhe granjeou a presença imediata nas mais variadas antologias. Desmobilizados é o seu primeiro livro, de imediato alvo dos mais rasgados elogios da crítica: venceu o National Book Award na categoria de Ficção. Foi também finalista do Prémio Frank O’Connor e considerado pelo New York Times um dos dez melhores livros norte-americanos publicados em 2014.

Recebeu em 2015 o prémio James Webb da Marine Corps Heritage Foundation, pelo seu retrato da vida dos fuzileiros no teatro de guerra, e o prémio John Leonard do National Book Critics Circle Award para a melhor primeira obra publicada em qualquer género.

quinta-feira, outubro 22, 2015

O Primeiro Muçulmano: História de Maomé [ELSINORE]

O Primeiro Muçulmano
A História de Maomé
de Lesley Hazleton
Elsinore
352 pp
19,99€

«Embora sejam muitas vezes magníficas, as lendas que o veneram funcionam porventura como todas as lendas: encobrem mais do que revelam, e Maomé torna-se mais um símbolo do que um ser humano.»

A vida de Maomé teve uma importância histórica quase sem paralelo. E, não obstante o poder que o seu nome evoca, continuamos a desconhecer a história dramática do grande profeta do islão.

Lesley Hazleton corrige, em O Primeiro Muçulmano: A História de Maomé  esse erro. Com base em fontes testemunhais contemporâneas e na História, na política, na religião e na psicologia, dá vida a esta personalidade, em toda a sua complexidade e vitalidade: do anonimato ao reconhecimento, da insignificância ao ícone.

Como acabaria uma criança marginal por revolucionar o mundo? Como conseguiria um mercador desafiar a ordem estabelecida com um novo sentido de justiça social? Como conseguiria um pária transformar o exílio num recomeço triunfante?

O Primeiro Muçulmano
​: A História de Maomé recria um homem que navega entre o idealismo e o pragmatismo, a fé e a política, a não-violência e a violência, a rejeição e a aclamação. Nele se ilumina não apenas uma figura de enormíssimo significado, mas igualmente o seu legado que sobrevive hoje mais do que nunca.

Um homem levado a viver circunstâncias excepcionais que não controlava. Nas palavras da autora, «o homem que correu pelo monte Hira abaixo não tremia de alegria, mas de um medo absoluto, primordial. O que o dominava não era a certeza, mas a dúvida. Só estava certo de uma coisa: o que quer que aquilo fosse, não se destinava a ele».



«Um triunfo. Torna Maomé vívido e imediato.» - The New York Times Book Review

«Muito rico em pormenores e muito bem escrito […]. Hazleton consegue fazer com palavras o que quase nunca podemos fazer com imagens […]. Indispensável.» - The Seattle Times

«Uma biografia audaciosa e humana […]. Uma narrativa elegante que se dirige a leitores de mente aberta […], um quadro vivo da vida árabe no início do século VII.» - Ha’aretz



Maomé disse: “Sou o primeiro dos muçulmanos.”
Alcorão 6:14; 6:163; 39:12


SOBRE LESLEY HAZLETON

Nascida em Inglaterra em 1945, formou-se em psicologia, mas cedo a abandonou para se dedicar ao jornalismo. Foi repórter em Jerusalém e dedicou-se à atualidade do Médio Oriente durante mais de uma década. O seu trabalhou figurou em publicações tão prestigiadas quanto a Time, o New York Times, a New York Review of Books e a Harper’s.

O seu mais recente livro, After the Prophet: The Epic Story of the Shia-Sunni Split in Islam, foi finalista do PEN-USA Book Award. Vive em Seattle, Estados Unidos, e publica regularmente no blogue The Accidental Theologist.

quinta-feira, setembro 10, 2015

Divulgação: Imunidade de Eula Biss [ELSINORE]

Imunidade
A corrente antivacinação e os seus perigos
de Eula Biss

Edição/reimpressão:2015
Páginas: 216
Editor: Elsinore
ISBN: 9789898491619

SINOPSE

Poliomielite, varíola, sarampo, difteria, rubéola: um sem-número de doenças erradicadas, ou cujos efeitos a ciência minimizou, parecia ter caído no esquecimento. E, ignoradas as sequelas e as mortes que estas doenças provocaram, a ciência acabou vítima do seu próprio êxito. Depois de ser mãe, Eula Biss mergulhou no debate, entretanto convertido em combate ideológico, que se travado em nome da liberdade de escolha: de um lado, os defensores das vacinas; do outro, a corrente antivacinação, que ocupa um espaço cada vez maior no palco mediático. Esta luta não é só científica, alimenta-se de metáforas ocultas, perigosas, que alastram com vírus. Enquadrando esta luta no que é a História das conquistas científicas dos últimos séculos, Eula Bliss não analisa a vacinação como resultado da ciência moderna, mas antes como sua precursora.

Num ensaio que abarca tanto obras científicas quanto os mitos ocidentais, Imunidade questiona a ansiedade e o que nos faz resistir à imunização, numa defesa da vacinação e do corpo de cada um de nós que é simultaneamente uma defesa deste enorme corpo que é a própria sociedade.



«Avança a partir de todas as frentes, como um jogador de xadrez, inspirando-se na ciência, na mitologia, na literatura […]. Parece sugerir que o conhecimento não inocula. Não ocorre só uma vez. Há coisas que precisam de ser aprendidas e reaprendidas, vistas primeiro com a mente e sentidas mais tarde com o corpo.” - The New York Times Book Review

«Um comentário cultural da mais alta qualidade, uma análise penetrante das mais profundas interrogações sobre saúde, identidade e as tensões entre as decisões individuais que os pais tomam e a sociedade.» - The Washington Post



UMA OBRA URGENTE PARA PAIS, MÉDICOS E PEDAGOGOS
Um dos livros do ano de 2014
A corrente antivacinação pelo olhar único de Eula Biss

«Era esse o dilema quando o meu filho nasceu: inoculava-o ou não? Tal como entendi as coisas na altura, a questão não era saber se conseguia protegê-lo da mesma forma, mas antes se a inoculação era um risco que valia a pena correr. Deveria entrar nesse jogo arriscado, qual Tétis mergulhando o pequeno Aquiles no rio Estige?»

A 31 de agosto, um dos livros do ano de 2014 para a New York Times Book Review, e finalista do National Book Critics Circle Award, Imunidade, de Eula Biss, vem esclarecer o debate em torno da corrente antivacinação, que ocupa cada vez mais espaço mediático e entretanto transformado em debate ideológico, travado em nome da liberdade de escolha.

Num ensaio surpreendente, e partindo quer de obras científicas, quer dos próprios mitos ocidentais, Eula Biss questiona a ansiedade e o que nos faz resistir à imunização, numa defesa da vacinação e do corpo de cada um de nós que é simultaneamente uma defesa deste enorme corpo que é a sociedade. Imunidade (Elsinore l 216 pp l 16,59€), já está à venda em todo o país. 


Eula Biss foi professora do ensino público em Nova Iorque e é atualmente professora em Chicago, na Northwestern University. Afirmou-se nos últimos anos como uma das mais reconhecidas autoras norte-americanas de não ficção.

Os seus ensaios foram editados em antologias e periódicos prestigiados, entre os quais se contam The Best American Nonrequired ReadingThe Touchstone Anthology of Contemporary NonfictionThe Believer Harper’s. Assinou até à data três obras: The Balloonists (2002), Notes from No Man’s Land: American Essays (2009, Prémio de Não-Ficção da Graywolf Press e vencedor do National Book Critics Circle Award) e Imunidade(2014), considerado pela New York Times Book Review um dos dez melhores livros publicados em 2014 e finalista do National Book Critics Circle Award. É casada com John Bresland, de quem tem um filho, Juneau, e com quem forma a banda STET Everything.

quarta-feira, junho 24, 2015

Escravas do Poder de Lydia Cacho [ELSINORE]

«És puta e drogada. Achas que a polícia vai acreditar em ti ou em mim, um empresário de sucesso?»

Esta e outras perguntas são lançadas no livro Escravas do Poder da premiada jornalista mexicana Lydia Cacho. Um livro sobre um negócio que prospera sem olhar a fronteiras, raças ou recessões – o negócio do tráfico humano. Da Turquia ao Japão, da Palestina ao Camboja, do Reino Unido ao México, o tráfico humano atravessa o mundo inteiro, invisível aos cidadãos e ignorado por políticos que fingem não ver — ou que dele também dependem.

Estima-se que cerca de 80 por cento das vítimas do tráfico são entregues à prostituição. Num trabalho de investigação excecional que se prolongou por vários anos, Lydia Cacho desmascara os criminosos e acompanha o rasto das vidas por eles destroçadas.

Em Escravas do Poder, livro editado pela Elsinore, chancela da 20l20 Editora (320 pp l 19,99€ l à venda a 29 de junho), falam na primeira pessoa traficantes de droga e de armas, mafiosos e proxenetas, além das próprias cativas que conseguiram escapar ao carrossel do tráfico. Relato desassombrado das ligações tentaculares do tráfico sexual a um sem-número de indústrias — o turismo, a pornografia, o contrabando, a venda de órgãos e o terrorismo —, tudo depende desta rede global e sem lei, e todos pagamos sem saber o preço destas vidas.



«Lydia Cacho tem medo? A pergunta pode ser óbvia, mas a resposta não.» - The Guardian
«Um corajoso trabalho de investigação.» The Washington Post

Lydia Cacho nasceu no México em 1963 e é uma das mais famosas jornalistas de investigação da actualidade. A sua coragem e a qualidade do seu trabalho têm-lhe valido inúmeros prémios internacionais, de que são exemplo o título de Cavaleira de Honra da Legião Francesa ou o Prémio Olof Palme de 2011, atribuído ex-aequo a Lydia Cacho e Roberto Saviano, pelo papel no combate contra a insegurança e a injustiça no mundo.


Inspirada por Elsinore, geografia literária por excelência, a 20|20 Editora continua a apresentar a sua nova chancela, desta vez no território da não-ficção. De vocação literária, sem fronteiras de género, região ou época, a Elsinore publica, em 2015, 11 títulos de referência e autores que é urgente descobrir.

Escravas do Poder é o terceiro título Elsinore, depois de Lorde, de João Gilberto Noll, e A Eterna Demanda, de Pearl S. Buck. Segue-se Na Presença de Um Palhaço, de Andrés Barba, nas livrarias a 6 de julho.​ 


quinta-feira, maio 28, 2015

Elsinore edita A Eterna Demanda, romance inédito de Pearl S. Buck


Inspirada por Elsinore, geografia literária por excelência, a 20|20 Editora apresenta a sua nova chancela. De vocação literária, sem fronteiras de género, região ou época, a Elsinore publica, em 2015, 11 títulos de referência e autores que é urgente descobrir.A Eterna Demanda, de Pearl S. Buck, e Lorde, de João Gilberto Noll, inauguram o conjunto, seguidos por Escravas do Poder, da jornalista mexicana Lydia Cacho, disponível a 22 de junho, e Na Presença de Um Palhaço, de Andrés Barba, nas livrarias a 6 de julho.


A 26 de maio chega às livrarias portuguesas A Eterna Demanda, de Pearl S. Buck, vencedora do Prémio Nobel de Literatura, pelas mãos daElsinore, a nova chancela literária da 20|20 Editora.

Descoberto em 2012, A Eterna Demanda (Elsinore l 304 pp l 17,69€) é o romance póstumo de uma das mais aclamadas escritoras norte-americanas. Neste trabalho é-nos revelado um dos lados mais pessoais da autora, numa comovente exploração da identidade que forjamos para nós próprios e para os outros. A Eterna demanda é, talvez, o seu trabalho mais pessoal e apaixonado, e cativará, sem dúvida, os milhões de leitores que sempre estimaram as suas obras ao longo de gerações.

Randolph, um jovem norte-americano, parte em viagem pela Europa e pela Ásia numa procura incessante de experiências e sabedoria. Em Paris conhece Stephanie. Filha de pai chinês e mãe norte-americana, também ela percorre o mundo à procura do seu lugar entre duas culturas aparentemente opostas. Ao longo do tempo, numa série de encontros e desencontros, ambos descobrem que se pode conciliar experiência e sabedoria, heranças ocidentais e orientais, mas há um preço a pagar.


Filha de missionários, Pearl S. Buck nasceu nos Estados Unidos, mas mudou-se para a China com poucos meses. A proximidade e respeito pelo povo chinês tornaram-se absolutamente centrais na sua obra. Nos Estados Unidos, consagrou-se como escritora graças ao grande êxito de Terra Abençoada, vencedor do Prémio Pulitzer em 1932. Do romance ao ensaio, assinou mais de 80 obras. Venceu o Prémio Nobel de Literatura em 1938, «pelas suas descrições intensas e verdadeiramente épicas da vida rural na China e pelas suas obras-primas autobiográficas».

Informação Elsinore

terça-feira, maio 12, 2015

Elsinore, a nova chancela literária da 20l20 Editora

Boa Tarde Estrelinhas!!

Quem é que está a sentir-se como um frango assado meta a língua de fora! eheh viva ao calor!!!

Ora bem, parece que a nossa linda TOPSELLER tem fresquinhas para as leitoras!! Ora vejam aqui e o que mandaram e que vou partilhar com vocês.





Em maio de 2015, a literatura regressa a casa. Geografia literária por excelência, Elsinore seduziu Shakespeare e Cesariny, William e Mário, João e Marta. Tiago, Diogo e Luísa, Sofia, Bruno e Madalena. Gerações de escritores e leitores rendidos à força de um território de criação, de iluminação.


Inspirada por este património, a 20|20 Editora apresenta ao público a sua nova chancela, Elsinore. Uma chancela de vocação literária sem fronteiras. De género, de região, de época. Singular no seu cuidado gráfico. 


Da mesma forma que o saber não ocupa lugar, o espaço disponível para a edição de qualidade nunca se esgota. É por isso que, durante este ano, a Elsinore irá publicar títulos que são referências e autores que é urgente descobrir. Até ao final de maio, ficaremos a conhecer A Eterna Demanda, romance inédito da norte-americana Pearl S. Buck, vencedora do Prémio Nobel de Literatura, e Lorde, ficção do autor brasileiro João Gilberto Noll, reconhecido com cinco prémios Jabuti.


Em junho chega Escravas do Poderde Lydia Cacho, a estreia da não-ficção da Elsinore, bem como Na Presença de Um Palhaço, de Andrés Barba, apontado pela revista Granta como um dos melhores ficcionistas contemporâneos em língua espanhola.


Durante 2015, a geografia de Elsinore será visitada por dez títulos. E de maio em diante, há perfis ardentes, espaços cheios de gente de costas altas flores venenosas, portas por abrir. 

Elsinore vem, assim, juntar-se às chancelas BooksmileNascenteTopseller e Vogais que já integravam o universo da 20l20 Editora, grupo editorial que é hoje, após apenas cinco anos de existência, uma das cinco maiores editoras generalistas em Portugal. 

Mais novidades sobre a Elsinore em: Facebook: elsinore.pt